Tradução gerada automaticamente
Vallecito
Buenaventura Luna
Valezinho
Vallecito
Meu vale não é mais o mesmoYa no es el mismo mi valle
Eu vi seus céus ficarem nubladosNublarse sus cielos vi
E as flores estão murchasY están marchitas las flores
Que amor eu te deiQue enamorada te di
Já daquela velha cançãoYa de aquel antiguo canto
Do claro rio maternoDel claro río materno
Não resta mais nada além desse choroNo queda sino este llanto
Isso está rolando, enquanto issoQue va rodando, entre tanto
O inverno está ficando mais tristeSe hace más triste el invierno
Vale Huaco onde nasciVallecito de Huaco donde nací
Sombra do avô forte que já se foiSombra del fuerte abuelo que ya se fue
Quero voltar ao seu antigo moinhoA tu molino viejo quiero volver
Hoje naquela vida amarga eu provei o felHoy que de amarga vida probé la hiel
longe de vocêLejos de ti
Do meu amorDe mi querencia
pobre de mimPobre de mí
Eu me gasto chorando ausênciasMe paso llorando ausencias
Eu me gasto chorando ausênciasMe paso llorando ausencias
Quando o cansaço dos meus desejos perdidos me dobraCuando me doble el cansancio de mis afanes perdidos
Devo retornar à sombra dos seus antigos bosquesHe de tornar a la sombra de tus viejas arboledas
Ao frescor dos meus beirais, à paz das suas colheitasAl frescor de mis aleros, a la paz de tus sembrados
Para o ouro do seu oeste quando a tarde se prolongaAl oro de tu poniente cuando prolonga la tarde
Sua agonia entre as colinasSu agonía entre las lomas
Para o lar de seus idosos pastores de inverno, entre canções de sinosAl fogón de tus pastores envejecidos de invierno, entre cantos de cencerros
E reclamações de vihuelas com ai! Das músicasY quejumbres de vihuelas con el ¡ay! De las tonadas
E em mansidão tranquila como quem vai dormirY en callada mansedumbre como quien se va durmiendo
Quero morrer sorrindo sob a luz do seu céuQuiero morirme sonriendo bajo la luz de tu cielo
Talvez as escassas mãos piedosas fechem meus olhosAcaso cierren mis ojos las piadosas manos magras
De alguma velha Huaqueña, num pobre xale pretoDe alguna vieja Huaqueña, de negro rebozo pobre
E antigo credo cristãoY antiguo credo cristiano
Eu canto para você Vallecito por lembrarTe canto Vallecito por recordar
Seus verdes campos de alfafa, meu jardim floridoTus verdes alfalfares mi huerto en flor
O ouro do seu trigo, a primaveraEl oro de tus trigos, el manantial
E a estrela distante que ele refletiuY la lejana estrella que él reflejó
longe de vocêLejos de ti
Do meu amorDe mi querencia
pobre de mimPobre de mí
Eu me gasto chorando ausênciasMe paso llorando ausencias
Eu me gasto chorando ausênciasMe paso llorando ausencias



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