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Povo, Levante-se

Buldok

Narode Vstan

Sám, v údolí stínù stojíš sám
kde mrtvý hlas slyšíš v ozvìnách
kde krev králù leží dál
tam, nad vrcholy vysokých skal, kde bílý orel hnído má
bouøe síly zaèíná

Zvedni znovu ten meè,
co ohnivou moc
a sílu ti dává
a krví zrádcù, a naplní se koryta øek

Zvedni znovu ten meè,
a pomsti se tìm, co zemi tvou nièí
národe vstaò, odplaty èas

Hej poslyš srde hlas
prastarou ságu
doby minulé
odhalí tváø dnešním dnùm

Zrcadlíce historií
hledíš na pøítomnost
lstí had, zabil lva
lež promìnil ve svoji pravdu.

Vzhùru k svìtlu temnotou
pøedvoje imperia jdou
paže strom zrodu obejmou
plamen záøí noci tmou
záøí noci tmou.

Národe vstaò!
Odplaty èas!
Nenech svou zemi napospas!

Národe vstaò!
Odplaty èas!
Nenech svou zemi napospas!

Nastává dlouhá noc
nepøátelé jsou dávno tady
pøijímáme je jako hosty
nastávají další dny zrady

upadne kabát prastaré øíše
nový spasitel je jen další lháø
v zajetí cizích kultur ve stínu synagog
ztrácí svoji tváø.

Hle, v srdci slepý zrak
pøátelství s ïáblem, víru v lež
plán zkázy svìtcem zlem
rabínùm zpìv, Jidáš se svícnem

vichr, život, kosùm, války dech
hrdost v mysli zrodila v srdci hnìv
z krvavých oblak jako blesk
mìl by úder jako trest
úder jako trest

Národe vstaò!
Odplaty èas!
Nenech svou zemi napospas!

Národe vstaò!
Odplaty èas!
Nenech svou zemi napospas!

Národe vstaò!
Národe vstaò!
Národe vstaò!
Národe vstaò!

Povo, Levante-se

Sozinho, no vale da sombra você está só
onde a voz morta ecoa nas ondas
onde o sangue dos reis ainda repousa
lá, acima dos picos das altas rochas, onde a águia branca faz seu ninho
a tempestade de forças começa

Erga novamente essa espada,
que te dá poder
e força de fogo
e com o sangue dos traidores, encha os leitos dos rios

Erga novamente essa espada,
e se vingue daqueles que destroem sua terra
povo, levante-se, é hora de retribuição

Ei, ouça a voz do coração
a antiga saga
dos tempos passados
revelará seu rosto nos dias de hoje

Refletindo a história
você olha para o presente
uma serpente astuta, matou o leão
transformou a mentira em sua verdade.

Rumo à luz na escuridão
as vanguardas do império vão
os braços da árvore da origem se abraçam
as chamas brilham na noite escura
brilham na noite escura.

Povo, levante-se!
É hora de retribuição!
Não deixe sua terra à mercê!

Povo, levante-se!
É hora de retribuição!
Não deixe sua terra à mercê!

A longa noite se aproxima
os inimigos já estão aqui há tempos
os recebemos como convidados
novos dias de traição se aproximam

o manto do antigo império cairá
um novo salvador é apenas mais um mentiroso
aprisionado por culturas estrangeiras à sombra das sinagogas
perde sua face.

Eis, no coração, a visão cega
amizade com o diabo, fé na mentira
um plano de destruição com a luz do mal
canto dos rabinos, Judas com o candelabro

tempestade, vida, a respiração da guerra
orgulho na mente gerou raiva no coração
como relâmpago dos céus sangrentos
deveria ser um golpe como punição
golpe como punição

Povo, levante-se!
É hora de retribuição!
Não deixe sua terra à mercê!

Povo, levante-se!
É hora de retribuição!
Não deixe sua terra à mercê!

Povo, levante-se!
Povo, levante-se!
Povo, levante-se!
Povo, levante-se!

Composição: