Beyazýn Þarkýsý
Beyazlara Hep Gri Dedik
Darýlmasýn Diye Siyahlar
Rüzgarýn Adýný Esinti Koyduk Ki
Korkmasýnlar
Bir Zamanlar Çiçektiler
Sulanmadýlar Soldular
Yumuþaktýlar
Taþ Oldular Ki
Kýrýlmasýnlar
Prensesler ve Prensler
Hiç Bir Zaman Gelmediler
Birini Beklemek En Kolay Ýþ Ki
Ýncilmesinler
Bedenimiz Bize Yabancý
Yasaklarýmýz Var Susulan
Aþkýmýz Basite Ýndirgenmesin Ki
Utanmazsýnlar
Kimi Deðiþtirmeyi Bilmez di
Kimi Zaten Hiç Ýstemezdi
Býrakýn Dünyayý Yerdinde Kalsýn Ki
Ürkmesinler
Koca Adamýn Kurdu Kocamaz
Kocasa Bile Kendi Anlamaz
Benim Þarkýlar Biraz Farklýdýr
Kusura Bakmasýnlar
A Canção dos Brancos
Brancos sempre chamamos de cinza
Pra não se sentirem mal os pretos
Colocamos o nome de brisa no vento
Pra não terem medo
Um dia foram flores
Mas não foram regadas, murcharam
Eram suaves
Mas se tornaram pedras
Pra não se quebrarem
Princesas e príncipes
Nunca vieram de verdade
Esperar por alguém é a coisa mais fácil
Pra não se machucarem
Nosso corpo é estranho pra nós
Temos nossos tabus, silenciados
Que nosso amor não seja reduzido a isso
Pra não se envergonharem
Alguns não sabem mudar
Outros nunca quiseram
Deixem o mundo como está
Pra não se assustarem
O lobo do homem grande não envelhece
Mesmo que envelheça, não percebe
Minhas canções são um pouco diferentes
Pra não se ofenderem