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Páginas

Bungaro

Pagine

Ecco..il fruscio di questo foglio,
il suo piegarsi al mio volere,
il suo lasciarsi come sempre abbandonare.
Ecco..il suo stare insieme ad altri,
il toccarsi con le frasi,
il mischiarsi con gli accenti,
mescolarsi.

E per questo siamo pagine scritte bene, scritte male,
siamo storia e sentimento.

Ecco..c'è un spostamento d'aria,
siamo il segno che rimane
e anche per questo ricordarci, ricordare.
Quelle..quelle pagine strappate,
quelle vite calpestate
senza più parole, senza più parole.

E per questo siamo pagine,
siamo storia e geografia,
storia in una fotografia.

Le vedi lontano le rondini ancora tornare..
e in alto e sul campo planare..

Ecco.. il fruscio di questo mondo,
il rumore sottofondo,
il suo lasciarsi come sempre imprigionare.
Ecco..e dall'economia distante,
e masticare ancora e ancora questo pezzo di pane, questo pezzo di pane.

E per questo siamo pagine
scritte bene, scritte male,
siamo storia e sentimento.

Le vedi lontano le rondini ancora tornare..
e in alto e sul campo adagiare.
Le senti tornare che quasi ci sembra vero riuscire a scambiare il nostro inverno in estate.

Ecco il fruscio di questo foglio,
il suo piegarsi al mio volere,
il suo lasciarsi come sempre..abbandonare.

Páginas

E aí.. o sussurro dessa folha,
e seu jeito de se dobrar ao meu querer,
e seu deixar-se como sempre ser abandonada.
E aí.. seu estar junto a outras,
o toque das frases,
o entrelaçar dos sotaques,
se misturando.

E por isso somos páginas bem escritas, mal escritas,
osso ser é história e sentimento.

E aí.. tem uma mudança no ar,
osso ser é a marca que fica
e também por isso nos lembrarmos, recordar.
Aquelas.. aquelas páginas rasgadas,
aquelas vidas pisoteadas
sem mais palavras, sem mais palavras.

E por isso somos páginas,
osso ser é história e geografia,
história em uma fotografia.

Você vê ao longe as andorinhas voltando..
e lá em cima, no campo, planando..

E aí.. o sussurro desse mundo,
o barulho de fundo,
e seu deixar-se como sempre ser aprisionado.
E aí.. e da economia distante,
e mastigando de novo e de novo esse pedaço de pão, esse pedaço de pão.

E por isso somos páginas
bem escritas, mal escritas,
osso ser é história e sentimento.

Você vê ao longe as andorinhas voltando..
e lá em cima, no campo, repousando.
Você as sente voltar, quase parece verdade conseguir trocar nosso inverno por verão.

E aí o sussurro dessa folha,
e seu jeito de se dobrar ao meu querer,
e seu deixar-se como sempre.. ser abandonada.

Composição: