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O Tempo como Abjeção

Buried Inside

Time As Abjection

Time is the defacer.
Time is the devourer.
The grand mediator of effect
and the prosthesis to which we depend.
Time is the defacer.
Time is the devourer.
The harnessed horse of reason
and the place where meaning collapses.
Borders are constructed,
divisions are demarcated.
The essence of science is control,
but the essence of control is loff of.
Neither subject nor object,
time is abject.
As any crime shows the fragility of the law,
as any corpse shows the fragility of the body,
time bares fragility of the symbolic order.
The violent revolt of being.

O Tempo como Abjeção

O tempo é o apagador.
O tempo é o devorador.
O grande mediador do efeito
e a prótese da qual dependemos.
O tempo é o apagador.
O tempo é o devorador.
O cavalo domado da razão
e o lugar onde o sentido desmorona.
Fronteiras são construídas,
divisões são demarcadas.
A essência da ciência é controle,
mas a essência do controle é a perda.
Nem sujeito nem objeto,
o tempo é abjeto.
Como qualquer crime mostra a fragilidade da lei,
como qualquer cadáver mostra a fragilidade do corpo,
o tempo expõe a fragilidade da ordem simbólica.
A revolta violenta do ser.

Composição: