Nabucco

Va, pensiero, sull'ali dorate
Va, ti posa sui clivi, sui colli
Ove olezzano tepide e molli
L'aure doci, del suolo natal!
Del giordano le rive saluta
Di sionne le torri atterrate
Oh, mia patria si belle perduta
Oh, membranza si cara e fatal!
Arpa d'or dei fatidici vati
Perche muta dal salince pendi?
Le memorie nel petto raccendi
Ci favella del tempo che fu!
O simile di solima ai fati
Traggi un suono di crudo lamento
O t'ispiri il signore un concento
Che ne infonda al partire virtu!
Che ne infonda al partire virtu!
Che ne infonda al partire virtu!
Al patire virtu!

Nabucco

Vá, pensamento, sobre as asas douradas
Vá, e pousa sobre as encostas e as colinas
Onde os ares são tépidos e macios
Com a doce fragrância do solo natal!
Saúda as margens do jordão
E as torres abatidas do sião.
Oh, minha pátria tão bela e perdida!
Oh lembrança tão cara e fatal!
Harpa dourada de desígnios fatídicos,
Porque você chora a ausência da terra querida?
Reacende a memória no nosso peito,
Fale-nos do tempo que passou!
Lembra-nos o destino de jerusalém.
Traga-nos um ar de lamentação triste,
Ou o que o senhor te inspire harmonias
Isso pode dar a virtude de sofrer
Isso pode dar a virtude de sofrer
Isso pode dar a virtude de sofrer
Para suportar o nosso sofrimento!

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