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O Caminho da Cruz

C. S. Evans

O Justo foi condenado, a Verdade silenciada
Mas a cruz que O ergueu, foi também Sua estrada

Ainda nos dias de hoje
A verdade é desacreditada, a mentira se exalta
O certo é ridicularizado, o erro é aplaudido
Mas no alto do madeiro, o Amor foi erguido

Nós somos uma cruz, carregamos a escolha
Cravamos os pecados ou os deixamos à sombra
Na cruz não há fim, há renascimento
Onde o pecado morre e nasce um novo tempo

As vozes gritam: Crucifica-O agora
Pilatos lava as mãos, e o Seu santo sangue jorra
E cada chicote, cada dor suportada
Tornou-se a chave que a morte selava

Nós somos uma cruz, carregamos a escolha
Cravamos os pecados ou os deixamos à sombra
Na cruz não há fim, há renascimento
Onde o pecado morre e nasce um novo tempo

Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem
A cruz não condena, ela é um chamado
A terra treme, o véu se rasga
O amor venceu, e a morte se cala

Pois ao terceiro dia, a pedra rolou
O túmulo está vazio, Ele ressuscitou
Nem a morte pôde segurá-lo
O Rei vive e para sempre viverá

Nós somos uma cruz, carregamos a escolha
Cravamos os pecados ou os deixamos à sombra
Na cruz não há fim, há renascimento
Onde o pecado morre e nasce um novo tempo
Está consumado, o caminho foi traçado
A cruz está vazia, Cristo ressuscitado


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