Pesadilla
Felices sueños al acostarme
Cerre los ojos y me eche a andar
Noche de humos y desencuentros
Almas vacias de tanto viajar
Un negro velo, una cornisa
Cuerpos quemados por tanta accion
El ser duro , la cuerda floja
Y el mecias que me quiere ayudar
Espero el alba nacer
Me inundo cada vez mas
Tiesa mi vida, hosca, mi voluntad
La fria gota que me impide razonar
Sueños lineales , voces chirriadas
Oscuros cautos que seccionan mi faz
Carcel de impulsos, presos de nervios
Y la frontera que se estrecha mas
Cruda nostalgia de tiempo añejo
Lo que perdi nunca mas crecio
Es se durom la cuerda floja
Y mi semblante que no para de mutar
Espero el alba nacer
Me inundo cada vez mas
Tiesa mi vida, hosca, mi voluntad
La fria gota que me impide razonar
Agazapando , ahi al toque
Como un embrion a punto de despertar
Ropa mojada , el sexo astuto
Llego la hora de empezar
Espero el alba nacer
Me inundo cada vez mas
Tiesa mi vida, hosca, mi voluntad
La fria gota que me impide razonar.
Pesadelo
Sonhos felizes ao me deitar
Fechei os olhos e comecei a andar
Noite de fumaça e desencontros
Almas vazias de tanto viajar
Um véu negro, uma beirada
Corpos queimados por tanta ação
O ser duro, a corda bamba
E o mecenas que quer me ajudar
Espero o amanhecer chegar
Me inundo cada vez mais
Minha vida rígida, sombria, minha vontade
A gota fria que me impede de raciocinar
Sonhos lineares, vozes estridentes
Cautelas escuras que cortam meu rosto
Cárcere de impulsos, presos de nervos
E a fronteira que se estreita mais
Nostalgia crua de tempos antigos
O que perdi nunca mais cresceu
É dura a corda bamba
E meu semblante que não para de mudar
Espero o amanhecer chegar
Me inundo cada vez mais
Minha vida rígida, sombria, minha vontade
A gota fria que me impede de raciocinar
Agachado, ali à espreita
Como um embrião prestes a despertar
Roupa molhada, o sexo astuto
Chegou a hora de começar
Espero o amanhecer chegar
Me inundo cada vez mais
Minha vida rígida, sombria, minha vontade
A gota fria que me impede de raciocinar.