No Llevo La Cuenta
No llevo la cuenta de las veces que fallé
No llevo la cuenta de los sueños que logré
Sé que en el amor nunca me pudo la razón
No llevo la cuenta de los besos con dolor
Y más de media vida intentando no pecar
Haciendo lo posible por ser un tío normal
Aunque sé que algún pecado ni debiera confesar
Nunca fui bendito ni canalla ni ejemplar
No llevo la cuenta de las vidas que viví
Sigo dando vueltas, tantas vueltas como di
No quiero dejar de enamorarme aunque sufrí
Vivo ilusionado al despertar y verte a ti
Y verte a ti, que nada me reprochas ni me dices si
A todo lo que digo ni me pides que oculte mi pasado
Que cuente lo callado, a pesar de que, casi
He sido excomulgado
Hoy sí que lamento tanto error que cometí
Por culpa de unos años que me hicieron mucho mal
Ninguna gana tengo de volver a repetir
Procuro hablar del tiempo y las tormentas eludir
Llegados a este punto de placer sentimental
No enseño ni una pena ni mochila ni bozal
El viento es el que dice dónde puedo aterrizar
No aspiro a nada más que tu boca besar
No llevo la cuenta de las vidas que viví
Sigo dando vueltas, tantas vueltas como di
No quiero dejar de enamorarme aunque sufrí
Vivo ilusionado al despertar y verte a ti
Y verte a ti, que nada me reprochas ni me dices si
A todo lo que digo ni me pides que oculte mi pasado
Que cuente lo callado, a pesar de que, casi
He sido excomulgado
No llevo la cuenta de las vidas que viví
Sigo dando vueltas, tantas vueltas como di
No quiero dejar de enamorarme aunque sufrí
Vivo ilusionado al despertar y verte a ti
Y verte a ti, que nada me reprochas ni me dices si
A todo lo que digo ni me pides que oculte mi pasado
Que cuente lo callado, a pesar de que, casi
He sido excomulgado
Não Conto Mais
Não conto mais as vezes que errei
Não conto mais os sonhos que realizei
Sei que no amor nunca me venceu a razão
Não conto mais os beijos que vieram com dor
E mais da metade da vida tentando não pecar
Fazendo o possível pra ser um cara normal
Embora eu saiba que algum pecado eu nem deveria confessar
Nunca fui bendito, nem canalha, nem exemplar
Não conto mais as vidas que vivi
Continuo dando voltas, tantas voltas quanto dei
Não quero parar de me apaixonar, mesmo sofrendo
Vivo sonhando ao acordar e te ver aqui
E te ver aqui, que nada me reprocha, nem me diz se
A tudo que digo, nem me pede que esconda meu passado
Que conte o que calo, apesar de que, quase
Fui excomungado
Hoje sim, lamento tanto erro que cometi
Por causa de uns anos que me fizeram muito mal
Não tenho vontade nenhuma de repetir
Procuro falar do tempo e evitar as tempestades
Chegando a esse ponto de prazer sentimental
Não mostro nem uma dor, nem mochila, nem mordaça
O vento é quem diz onde posso aterrissar
Não aspiro a nada mais que beijar sua boca
Não conto mais as vidas que vivi
Continuo dando voltas, tantas voltas quanto dei
Não quero parar de me apaixonar, mesmo sofrendo
Vivo sonhando ao acordar e te ver aqui
E te ver aqui, que nada me reprocha, nem me diz se
A tudo que digo, nem me pede que esconda meu passado
Que conte o que calo, apesar de que, quase
Fui excomungado
Não conto mais as vidas que vivi
Continuo dando voltas, tantas voltas quanto dei
Não quero parar de me apaixonar, mesmo sofrendo
Vivo sonhando ao acordar e te ver aqui
E te ver aqui, que nada me reprocha, nem me diz se
A tudo que digo, nem me pede que esconda meu passado
Que conte o que calo, apesar de que, quase
Fui excomungado