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Não Conto Mais

Cafe Quijano

No Llevo La Cuenta

No llevo la cuenta de las veces que fallé
No llevo la cuenta de los sueños que logré
Sé que en el amor nunca me pudo la razón
No llevo la cuenta de los besos con dolor

Y más de media vida intentando no pecar
Haciendo lo posible por ser un tío normal
Aunque sé que algún pecado ni debiera confesar
Nunca fui bendito ni canalla ni ejemplar

No llevo la cuenta de las vidas que viví
Sigo dando vueltas, tantas vueltas como di
No quiero dejar de enamorarme aunque sufrí
Vivo ilusionado al despertar y verte a ti

Y verte a ti, que nada me reprochas ni me dices si
A todo lo que digo ni me pides que oculte mi pasado
Que cuente lo callado, a pesar de que, casi
He sido excomulgado

Hoy sí que lamento tanto error que cometí
Por culpa de unos años que me hicieron mucho mal
Ninguna gana tengo de volver a repetir
Procuro hablar del tiempo y las tormentas eludir

Llegados a este punto de placer sentimental
No enseño ni una pena ni mochila ni bozal
El viento es el que dice dónde puedo aterrizar
No aspiro a nada más que tu boca besar

No llevo la cuenta de las vidas que viví
Sigo dando vueltas, tantas vueltas como di
No quiero dejar de enamorarme aunque sufrí
Vivo ilusionado al despertar y verte a ti

Y verte a ti, que nada me reprochas ni me dices si
A todo lo que digo ni me pides que oculte mi pasado
Que cuente lo callado, a pesar de que, casi
He sido excomulgado

No llevo la cuenta de las vidas que viví
Sigo dando vueltas, tantas vueltas como di
No quiero dejar de enamorarme aunque sufrí
Vivo ilusionado al despertar y verte a ti

Y verte a ti, que nada me reprochas ni me dices si
A todo lo que digo ni me pides que oculte mi pasado
Que cuente lo callado, a pesar de que, casi
He sido excomulgado

Não Conto Mais

Não conto mais as vezes que errei
Não conto mais os sonhos que realizei
Sei que no amor nunca me venceu a razão
Não conto mais os beijos que vieram com dor

E mais da metade da vida tentando não pecar
Fazendo o possível pra ser um cara normal
Embora eu saiba que algum pecado eu nem deveria confessar
Nunca fui bendito, nem canalha, nem exemplar

Não conto mais as vidas que vivi
Continuo dando voltas, tantas voltas quanto dei
Não quero parar de me apaixonar, mesmo sofrendo
Vivo sonhando ao acordar e te ver aqui

E te ver aqui, que nada me reprocha, nem me diz se
A tudo que digo, nem me pede que esconda meu passado
Que conte o que calo, apesar de que, quase
Fui excomungado

Hoje sim, lamento tanto erro que cometi
Por causa de uns anos que me fizeram muito mal
Não tenho vontade nenhuma de repetir
Procuro falar do tempo e evitar as tempestades

Chegando a esse ponto de prazer sentimental
Não mostro nem uma dor, nem mochila, nem mordaça
O vento é quem diz onde posso aterrissar
Não aspiro a nada mais que beijar sua boca

Não conto mais as vidas que vivi
Continuo dando voltas, tantas voltas quanto dei
Não quero parar de me apaixonar, mesmo sofrendo
Vivo sonhando ao acordar e te ver aqui

E te ver aqui, que nada me reprocha, nem me diz se
A tudo que digo, nem me pede que esconda meu passado
Que conte o que calo, apesar de que, quase
Fui excomungado

Não conto mais as vidas que vivi
Continuo dando voltas, tantas voltas quanto dei
Não quero parar de me apaixonar, mesmo sofrendo
Vivo sonhando ao acordar e te ver aqui

E te ver aqui, que nada me reprocha, nem me diz se
A tudo que digo, nem me pede que esconda meu passado
Que conte o que calo, apesar de que, quase
Fui excomungado

Composição: