Stripes
(Cage)
Beer cans and cigarette butts cover the floor day
Half gone, he sleeps scared pregnant teen in the doorway
Watching him sleep clutchin' her belly, little feet kick
to send the teen back to the toilet, spent her last week sick
when little Billy feed her ground up Jesus powder
would've beat her louder if it would've pushed the fetus out of her
Father in the making, crooked M.P. forsaken
The military cop that sells H to bring his cake in
She shaking, praying her labor kicks in before
The doors kicked in for them brown bricks on the floor
I mean, she could tell you exactly how the gutter taste
Father to her kid in custody right when her water breaks
Snitched on his compadres for a few more runs
And the irony in giving a stuffed rat to his newborn son
Dishonorably discharged, no jail time in court
Told to pack his family up and go the fuck back to New York
(Chorus)
Fuck Bill Murray, not the actor, the deadbeat dad the smacked
then left her with rats after he snapped her
The bastard inventor that bent her backwards in winter
with her back against the wall, she can hear death singing in her
With her back against the wall, she still head death singing in her
(Cage)
She's scared to leave him, convinced somehow she really needs him
Back in New York her prison of pain and Billy's freedom
Holdin' her baby, he'd say crazy shit to break her
When she fell asleep, he'd escape her wits end and wouldn't wake her
He'd sneak out the wallo in it role model to shit
That put his Christian scientist father in debt
Gave him his first stroke, he refused his medication
'Cause it went against his religion, he'd rather his lord take him
Through stroke number two and start withering his flesh
Then lay the emaciated world ware two veteran to rest
Left his family debt turmoil and wreckage
And his grandson to scatter his ash over the U.S. Intrepid
Then little Billy plummets to his knees, still numb from it
Held his kid by the arm with a shotgun to his stomach
When threats to destroy what he created get tucked away
when he looks in his son's face to see he might grow up to say
(Chorus)
(Cage)
Needle through the skin again, inject the rust and cinnamon
Pull off the tourniquet, load up the shotgun and sentence him
He knows that there's a bed in hell waitin for him
But he aint been sane since he started huffin chloroform
WIth his shit decorum, he lets off shots the neighbors say shooters
Into the phone to Middletown police and state troopers
While every family member on th premises runs from death
Greeted by dozens of officers with guns and vests
His suicide by cop sweater on get low
Is told to the crowd watching him shoot thru the window
His son clutched in his mother's arms, unaware it's the end
They bring him out in handcuffs but never to be seen again
(Chorus)
Listras
(Gaiola)
Latas de cerveja e bitucas de cigarro cobrem o chão todo dia
Metade apagado, ele dorme, um adolescente grávido com medo na porta
Observando ele dormir, segurando a barriga, pezinhos chutando
Pra mandar o adolescente de volta pro banheiro, passou a última semana doente
Quando o pequeno Billy deu a ela pó de Jesus moído
Ele teria gritado mais alto se isso tivesse empurrado o feto pra fora dela
Pai em formação, M.P. torto abandonado
O policial militar que vende H pra fazer sua grana
Ela tá tremendo, rezando pra que a hora do parto chegue antes
Que as portas sejam arrombadas por causa dos tijolos marrons no chão
Quero dizer, ela poderia te contar exatamente como é o gosto da sarjeta
Pai do filho dela sob custódia bem na hora que a água dela estoura
Dedurou os comparsas por algumas corridas a mais
E a ironia de dar um rato de pelúcia pro filho recém-nascido
Despedido desonrosamente, sem tempo de prisão no tribunal
Mandado empacotar a família e voltar pra Nova York, porra
(Refrão)
Foda-se Bill Murray, não o ator, o pai vagabundo que bateu
E depois a deixou com ratos depois que ele pirou
O bastardo inventor que a dobrou pra trás no inverno
Com as costas na parede, ela pode ouvir a morte cantando dentro dela
Com as costas na parede, ela ainda ouve a morte cantando dentro dela
(Gaiola)
Ela tá com medo de deixá-lo, convencida de que de alguma forma ela realmente precisa dele
De volta em Nova York, sua prisão de dor e a liberdade do Billy
Segurando seu bebê, ele dizia coisas malucas pra quebrá-la
Quando ela adormecia, ele escapava do limite dela e não a acordava
Ele saía pela parede, um modelo a se seguir pra merda
Que colocou seu pai cientista cristão em dívida
Deu a ele seu primeiro derrame, ele recusou a medicação
Porque ia contra sua religião, ele preferia que seu senhor o levasse
Através do segundo derrame e começasse a murchar sua carne
Então deitava o veterano da segunda guerra mundial em estado de magreza pra descansar
Deixou sua família em dívida, tumulto e destruição
E seu neto pra espalhar suas cinzas sobre o U.S. Intrepid
Então o pequeno Billy desaba de joelhos, ainda entorpecido com isso
Segurou seu filho pelo braço com uma espingarda na barriga
Quando ameaças de destruir o que ele criou são guardadas
Quando ele olha no rosto do filho pra ver que ele pode crescer e dizer
(Refrão)
(Gaiola)
Agulha na pele de novo, injeta ferrugem e canela
Tira o torniquete, carrega a espingarda e o sentencia
Ele sabe que tem uma cama no inferno esperando por ele
Mas ele não tá são desde que começou a cheirar cloroformio
Com seu comportamento de merda, ele dispara, os vizinhos dizem que são tiros
No telefone com a polícia de Middletown e os policiais estaduais
Enquanto cada membro da família na casa corre da morte
Recebido por dezenas de oficiais com armas e coletes
Seu suéter de suicídio por policial tá baixo
É contado pra multidão que assiste ele atirar pela janela
Seu filho apertado nos braços da mãe, sem saber que é o fim
Eles o levam pra fora algemado, mas nunca mais será visto de novo
(Refrão)