Nom De Plume
Le corbeau s'approche
Atterit sur l'épaule de celui qui écrit
Reviens lui picorer le cou
Les veines sortent des chairs
Le sang se répand sur la page
Il crit ses dernières lignes
Et s'endort
Novembre et son manteau d'hiver
Revers sombres
Chemise blanche comme la neige
Manchettes noires
Plane sur la ville
S'agrippe aux murs, détruit les rues
Les lances de corne ac'r'es
Plongent dans les yeux et les coeurs des courtiers
Les enfants s'enfuient dans les rues des quartiers
Les voitures quittent la route, avalées par la mer
Les périls de l'hiver
Les photographes, les barrillets ouverts
La poudre à canon et les éclairs aveuglants
Etouffés par les fumées
Les cendres des usines
Livres de comptes déchirés
Sem's comme des miettes pour les sortir
Des tunnels, loin des murs de la vieille ville
Avant d'être enfouis sous l'ordure nouvelle.
Le corbeau se fatigue
Les corbeaux se multiplient
Le ciel noircit à chaque nouveau cadavre
Les champs s'enflamment
L'hystérie les chasse des villes vers les cavernes
Et les collines assombries
Vers les hauts plateaux
Vers les hauts plateaux
Vers les hauts refuges
Vers les hauts refuges
Vers les hautes plaines
Vers les hautes plaines
Vers les collines
Vers les collines
Vers les hauts terre
Vers les hauts terre
The raven flies down to the writer's desk
Landing on his shoulder, pecking at his neck
Veins popping out, spilling on the page
Makes a little note, falls to sleep.
November's coat with black lapels
Dressed in a snow white shirt, ready for the grave
Prepares to flee, from the city's gates
Tear down the walls ripping up the streets
Spearheaded horns stick into the hearts
Of the ticker tape market trades
Watch them all crash
While the children flee from the suburb streets
The cars veer off the road, swallowed by the sea
And the writer's peril, the photographers,
The open dusty barrels
Gun powder and white lightning
Choking on the fumes, buried 'neath the watse
Receipts from the factories torn up in haste
Used as breadcrumbs to lead them away
Out thru the tunnels while the city crumbles and
Breaks
The raven grows weary
The raven grows in numbers
Sky darkens with each kill
Corn fields burn, break on the farmers' heads
For the high country
For the high country
Hide in some hills
Deep dark caves
Return to the caverns
Rebar skeletons
Spell twisted, cryptic words
Nome de Pluma
O corvo se aproxima
Aterriza no ombro de quem escreve
Volta pra picar o pescoço
As veias saltam da carne
O sangue se espalha na página
Ele grita suas últimas linhas
E adormece
Novembro e seu manto de inverno
Reversos sombrios
Camisa branca como a neve
Punhos negros
Paira sobre a cidade
Se agarra às paredes, destrói as ruas
As lanças de chifres cravam
Nos olhos e corações dos corretores
As crianças fogem pelas ruas dos bairros
Os carros saem da estrada, engolidos pelo mar
Os perigos do inverno
Os fotógrafos, os barris abertos
Pólvora e relâmpagos ofuscantes
Sufocados pelas fumaças
As cinzas das fábricas
Livros de contas rasgados
Servem como migalhas pra tirá-los
Dos túneis, longe das paredes da velha cidade
Antes de serem enterrados sob o lixo novo.
O corvo se cansa
Os corvos se multiplicam
O céu escurece a cada novo cadáver
Os campos pegam fogo
A histeria os expulsa das cidades para as cavernas
E as colinas sombrias
Para os altos planaltos
Para os altos planaltos
Para os altos refúgios
Para os altos refúgios
Para as altas planícies
Para as altas planícies
Para as colinas
Para as colinas
Para as altas terras
Para as altas terras
O corvo desce até a mesa do escritor
Aterriza no seu ombro, bicando seu pescoço
Veias saltando, derramando na página
Faz uma notinha, cai no sono.
O manto de novembro com lapelas negras
Vestido com uma camisa branca como a neve, pronto para o túmulo
Se prepara pra fugir, das portas da cidade
Derruba os muros, rasgando as ruas
Chifres pontudos cravam nos corações
Das transações do mercado de papel
Vê todos eles desmoronarem
Enquanto as crianças fogem das ruas dos subúrbios
Os carros desviam da estrada, engolidos pelo mar
E o perigo do escritor, os fotógrafos,
Os barris empoeirados abertos
Pólvora e relâmpagos brancos
Sufocando com as fumaças, enterrados sob os resíduos
Recibos das fábricas rasgados às pressas
Usados como migalhas pra guiá-los
Saindo pelos túneis enquanto a cidade desmorona e
Quebra
O corvo se cansa
O corvo cresce em números
O céu escurece a cada morte
Os campos de milho queimam, quebram sobre as cabeças dos fazendeiros
Pela terra alta
Pela terra alta
Esconda-se em algumas colinas
Cavernas escuras e profundas
Retorne às cavernas
Esqueletos de vergalhões
Palavras distorcidas e enigmáticas