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Crônicas de um Nascimento

Calle 13

Cronicas de un nacimiento

Un veintinueve de Noviembre del año 2005
Por accidente nació el residente.

El residente acaparo los medios de repente
Casi como un asalto.
Se metió dentro del cuerpo de un joven
En Trujillo alto.

Al joven Rene Pérez
Lo convirtió en su marioneta
Le arranco su apellido
Le quito su identidad completa
Le robo su familia
Le quito su novia
Le amarro su cabeza
A un baúl repleto de todas sus fobias.

Le puso una pistola en la boca
Y dos rifles en cada oreja

(No me mates)

(Cállate, no quiero quejas
Y no me levantes las Sejas)

Gritaba el residente enloquecido
Despertando en aquel mundo a todos los dormidos

Con una navaja el residente le arranco la piel de la cara
El joven Rene Pérez casi ya no respiraba

Le dijo al residente con valentía y repudio

(Ahora voy a desconectar los cables del estudio)

Como por arte de magia el Residente desapareció
Por aquellos mundos
Confusos
Nadien más lo vio.

Y es que sin música
El residente calle trece no puede existir.
Escuchándolo
Es la única manera de volverlo a revivir.
Tuvo que venir un invecil
Y su música escuchar
Para que la residente calle trece
Nos volviera a visitar.

Crônicas de um Nascimento

Um vinte e nove de Novembro do ano 2005
Por acidente nasceu o residente.

O residente tomou conta da mídia de repente
Quase como um assalto.
Entrou no corpo de um jovem
Em Trujillo Alto.

O jovem Rene Pérez
Virou sua marionete
Arrancou seu sobrenome
Tirou sua identidade completa
Roubou sua família
Tirou sua namorada
Amarrou sua cabeça
A um baú cheio de todas suas fobias.

Colocou uma pistola na boca
E dois rifles em cada orelha

(Não me mate)

(Se cala, não quero reclamações
E não levanta as sobrancelhas)

Gritava o residente enlouquecido
Despertando naquele mundo todos os adormecidos

Com uma faca o residente arrancou a pele do rosto
O jovem Rene Pérez quase já não respirava

Disse ao residente com coragem e repúdio

(Agora vou desconectar os cabos do estúdio)

Como por arte de mágica o Residente desapareceu
Por aqueles mundos
Confusos
Ninguém mais o viu.

E é que sem música
O residente da rua treze não pode existir.
Ouvindo-o
É a única maneira de trazê-lo de volta à vida.
Teve que vir um idiota
E ouvir sua música
Para que o residente da rua treze
Voltasse a nos visitar.

Composição: Edgar Abraham / René Pérez