La Madrilena
Los demás no la conocían
Sus amigos no mucho más
La gente la llaman soledad
Caminando en la cuidad
Sola en la carretera
Esta madrileña guapa
Más vale tarde que nunca
La gente la llaman soledad
Esta tía habla
Mucho de su vida
Dice solo que está
Fuerte como la lluvia
Libre como el viento
Fuerte como la lluvia
Soledad, soledad
Misteriosa
Soledad, soledad
Imperiosa
Soledad, soledad
Misteriosa
Soledad, soledad
Imperiosa
Su cama es la acera
Sus palabras su riqueza
No le gusta la compañía
Casi sola por la ciudad
Siempre sola la madrileña
Su calidad : su franqueza
Su defecto : su sinceridad
Es ahora o nunca
Para acercarla
Para percibirla
Desde la madrugada
Se pasea esta noche
Desde la madrugada
Soledad, soledad
Misteriosa
Soledad, soledad
Imperiosa
Soledad, soledad
Misteriosa
Soledad, soledad
Imperiosa
A Madrilenha
Os outros não a conheciam
Seus amigos não muito mais
O povo a chama de solidão
Caminhando pela cidade
Sozinha na estrada
Essa madrilenha bonita
Antes tarde do que nunca
O povo a chama de solidão
Essa mina fala
Muito da sua vida
Diz só que está
Forte como a chuva
Livre como o vento
Forte como a chuva
Solidão, solidão
Misteriosa
Solidão, solidão
Imperiosa
Solidão, solidão
Misteriosa
Solidão, solidão
Imperiosa
Sua cama é a calçada
Suas palavras, sua riqueza
Não gosta de companhia
Quase sozinha pela cidade
Sempre sozinha a madrilenha
Sua qualidade: sua franqueza
Seu defeito: sua sinceridade
É agora ou nunca
Pra se aproximar dela
Pra percebê-la
Desde a madrugada
Ela passeia esta noite
Desde a madrugada
Solidão, solidão
Misteriosa
Solidão, solidão
Imperiosa
Solidão, solidão
Misteriosa
Solidão, solidão
Imperiosa