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O Mundo nas Mãos

Camélia Jordana

Le Monde En Main

Je domine à l'aise, j'écrase et j'oppresse
Si loin de savoir, tout ce que j'incarne
Voilà le concept, je veux que t'accepte
Devant moi de baisser la tête et les armes

Je ne m'autorise que peu de confidences
Mes émotions assourdies par le silence
Mon genre en médaille drapé dans ma confiance
Maintenant je me lance

Je me convaincs, j'affirme en vain
Sans forcer, j'ai le monde en main
Je m'abandonne, je déraisonne
Sans lendemain
Les secousses passent je ne peux les bannir
Moi je pousse, je pousse, je pousse mon cœur au pire
Droit comme un homme, l'âme au summum
Quand mon égo m'en fait des tonnes
Je me vois grand, me sens vivant, et je frissonne
Je ne me soucis que peu de tout détruire
Quand je cours, je cours, je cours pour ne pas fuir

Je maudis les prières, j'éduque mes frères
Leur apprenant à ravaler les larmes
Déconstruire et défaire, peu m'importe guère
Mes précieux privilèges je me les garde

Je ne m'autorise que peu de confidences
Mes émotions assourdies par le silence
Mon genre en médaille drapé dans ma confiance
Maintenant je me lance

Je me convaincs, j'affirme en vain
Sans forcer j'ai le monde en main
Je m'abandonne, je déraisonne
Sans lendemain
Les secousses passent je ne peux les bannir
Moi je pousse, je pousse, je pousse mon cœur au pire
Droit comme un homme, l'âme au summum
Quand mon égo m'en fait des tonnes
Je me vois grand, me sens vivant, et je frissonne
Je ne me soucis que peu de tout détruire
Quand je cours, je cours, je cours pour ne pas fuir

O Mundo nas Mãos

Eu domino com facilidade, eu piso e eu oprimo
Tão longe de saber, tudo que eu represento
Aqui está o conceito, eu quero que você aceite
Diante de mim, abaixe a cabeça e as armas

Eu me permito poucas confidências
Minhas emoções abafadas pelo silêncio
Meu gênero em medalha, envolto na minha confiança
Agora eu me jogo

Eu me convenço, afirmo em vão
Sem forçar, eu tenho o mundo nas mãos
Eu me entrego, eu perco a razão
Sem um amanhã
As sacudidas vêm, eu não posso banir
Eu empurro, eu empurro, eu empurro meu coração ao pior
Direto como um homem, a alma no auge
Quando meu ego me faz exagerar
Eu me vejo grande, me sinto vivo, e eu estremeço
Eu me preocupo pouco em destruir tudo
Quando eu corro, eu corro, eu corro para não fugir

Eu amaldiçoo as orações, eu educo meus irmãos
Ensinando-os a engolir as lágrimas
Desconstruir e desfazer, pouco me importa
Meus preciosos privilégios eu guardo pra mim

Eu me permito poucas confidências
Minhas emoções abafadas pelo silêncio
Meu gênero em medalha, envolto na minha confiança
Agora eu me jogo

Eu me convenço, afirmo em vão
Sem forçar, eu tenho o mundo nas mãos
Eu me entrego, eu perco a razão
Sem um amanhã
As sacudidas vêm, eu não posso banir
Eu empurro, eu empurro, eu empurro meu coração ao pior
Direto como um homem, a alma no auge
Quando meu ego me faz exagerar
Eu me vejo grande, me sinto vivo, e eu estremeço
Eu me preocupo pouco em destruir tudo
Quando eu corro, eu corro, eu corro para não fugir

Composição: Renaud Rebillaud / Camélia Jordana