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Assassina da Minha Vida

Camila Benson

Asesina De Mi Vida

No sé cómo te soporto,
no sé como te tolero,
debe ser el fin de siglo
o que estoy enloqueciendo.
Sé que amarte es un combate
donde siempre caigo preso,
pero bien valen tus rejas
un descenso a los infiernos.

Me someto a tu malicia
como quien profesa un credo,
no me quedan más esquemas
que las reglas de tu juego.
Bailo al son de tus caprichos,
dices negro y digo negro,
no te llevo la contraria
porque no deseo hacerlo.

Vas a acabar con mis días
y mis noches, asesina,
asesina de mi vida.

Tu crueldad es una esponja
que succiona mi cerebro,
me torturas lentamente
con tu corazón de hielo.
No tienes la sangre fría,
que eso es tener sangre al menos,
lo que corre por tus venas
es dulcísimo veneno.

Mira que te gusta verme
humillado como un perro,
qué te importa maltratarme
si ni siento ni padezco.
Pero todo se me pasa
como si fuera un mal sueño
cuando veo que tus ojos
me insinúan: ahora quiero.

Assassina da Minha Vida

Não sei como te suporto,
não sei como te tolero,
deve ser o fim do século
ou que estou pirando.
Sei que te amar é uma luta
onde sempre caio preso,
mas suas grades valem a pena
um mergulho nos infernos.

Me entrego à sua malícia
como quem professa um credo,
não me restam mais esquemas
que as regras do seu jogo.
Bailo ao ritmo dos seus caprichos,
dizes preto e eu digo preto,
não te contradigo
porque não quero fazer isso.

Você vai acabar com meus dias
e minhas noites, assassina,
assassina da minha vida.

Sua crueldade é uma esponja
que suga meu cérebro,
me tortura lentamente
com seu coração de gelo.
Você não tem sangue frio,
que isso é ter sangue, pelo menos,
o que corre nas suas veias
é um veneno docinho.

Olha como você gosta de me ver
humilhado como um cachorro,
que te importa me maltratar
se nem sinto nem padeço.
Mas tudo passa pra mim
como se fosse um pesadelo
quando vejo que seus olhos
me insinuam: agora eu quero.

Composição: