Tradução gerada automaticamente
Nada Más Que Nada
Camila Benson
Nada Mais Que Nada
Nada Más Que Nada
Feridas como mãos entrelaçadasHeridas como manos enlazadas
com nós de uma armadilha silenciosa,con nudos de una silenciosa trampa,
medos que deformam as palavras,temores que deforman las palabras,
sons de uma mortal ineficáciasonidos de mortal ineficacia
tentam uma jogada equivocada,intentan una equívoca jugada,
de graça como o ar das gaiolas,gratuita como el aire de las jaulas,
a razão adoece, tem moradaenferma la razón tiene morada
transformando em saliva as aranhas.haciendo de saliva a las arañas.
O que tá pegando, que não há nada mais que nada,Qué pasa, que no hay nada más que nada,
nada de nada, nada de nada,nada de nada, nada de nada,
nada mais que nada.nada más que nada.
O frio do passado nas costasEl frío del pasado a las espaldas
constrói espelhos atrás de cada janela,construye espejos tras cada ventana,
a luz, quando uma vela tá apagada,la luz, cuando una vela está apagada,
tropeça com sua chama imaginária.tropieza con su llama imaginaria.
Uma canção se estilhaça na guitarraSe agrieta una canción en la guitarra
espalhando seus batimentos em voz baixaregando sus latidos en voz baja
e assim, inexorável, o tempo passa,y así, inexorable, el tiempo pasa,
imóvel, parado em seu manto.inmóvil, detenido en su mortaja.



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