Corre (part. McKlopedia y Benzina)
No sé que vaina te hacen de que pan, súbele un pelo a mi voz
Na-na-na, you-you, Mc's Espencis, yeah
You, wo-wo-wo-wo, sí, sí, you-you-you-you
Ay mamá, ay mamá, ay mamá, ay mamá, mamaita
Ta listo, en la primera toma, voy, voy
Hey-you, corre por tu vida
Que el mundo se va acabar, es el clan
Incendio con Benzina
Ya no hay mas alternativas ni huidas
Hey-you corre por tu vida
Que este mundo se acabó
Se juntaron las dos aplanadoras
Y en el medio de la canción yo
Hey, hey, hey, ah
Que yo no tengo na que demostrarle a nadie más
Quién camina por donde están las manos en el aire, yeah
Comí bastantes verdes, no precisamente por gula
Y solo la muerte arrancará e' mis manos la armadura
Mintiera si les dijera que no nací pa esto
Cierro los ojos, veo textos que usan mi mente de aposentos
Siento que mis canciones aún no son del todo buenas
Sin embargo compara con las tuyas suenan supremas
Ya no hay lividez ni símiles, mi rap es elite
Solamente imbéciles podrían negar lo que aquí señalé
Me atrevería a decir que este es el nacimiento
Del subgénero de rap más real de los últimos tiempos
Fanaticos se confundirán con ejércitos
Estúpidos caerán ante este rotundo éxito
Y les guste o no llevarán letra hasta po el culo
Del pasado sabía que del presente sería el futuro
Cierro los ojos y escribo cual poseido
El beat se ríe conmigo, mis rimas son puñal en tu oído
Hoy es uno de esos dias en que no creo en amigos
Voy a mi en el beat que te voy a parti en menos de un chasquido
Malditos no se cansan de ser pisoteados, ¿ah?
No entienden que pa esto del hip-hop no sirven pa na
A veces pienso que su critica constante
Es solamente para sentirse importante
Pero que va, acá territorio e caballo, jamás ensayo
Siempre hallo la forma de que mordaz parezcan vasallos
Llevamos años recordándoles que el rap es pa rapear
Y ellos se enfrascan en quere' amenaza'
Pero na, qué va, eso no es acá
Pará bola y te explico
Esto no es reggaetón de Puerto Rico
Ni un videíto e raperito'
Esto es rap de Venezuela mijito
Así que o te adaptas o te acostumbras a cerrar tu hocico
Tú no eres real haciendo ese rap irreal
Porque sencillamente a mi no me da la gana de dejarte sonar
Kaputo en el instrumental
Y que reales decidan
Si tu basura o mi disco vida, guapea Benzina
Rivales, es Benzina, la musa con genitales
Pa recordarles, mis cabales
Hace añales los perdí
Así que a mi wannabe
No me impresionan las personas que clonan el libreto
Que tienen ghettos de lápiz, bi
Por si no lo sabes, me sabe a mierda tu odisea
O sea, esto es rap, rapea
Es la idea, maldita sea
Pa que vean que otra canción de competencia, por favor
Pero señor, sin competencia no existiera el mejor
Ve a tu alrededor y dime si no tengo razones
Pa hacer canciones que hablen de lo que hablan hampón sin se' hampones
Bocones, pa muestra Benzina y Can, dos botones
Que ya tienen mas clones
Que balas, los peines de sus cañones
¿Que lo que canto te la corta por que nada aporta?
¿Y quién te dijo a ti que a mi la cultura me importa?
Así que agarra tu escoba, no es coba
La moda nos incomoda y todas las odas
Que ocasionan dos violas en neuronas
Otra rola de una rocola que no se apagará
Y acabara con cascaras de pollos con mascara-cterizaciones
De buenas acciones hacen falta
Respalda tus valores pa que valores lo que cantas
Que a mi la verde en tanga me causa mas morbo
Que tu electro changa levantando falda, oídos sordos
Que es solo un sorbo del mar lirical
Que se avecina de pura Benzina
Que rima a rima por encima de cimas
Creadas por el ego de Lego que tienen tantos
Y mientras cuento cuantos cuentos cantan canto más malandro
Que tu hip-hop malandro, ja
Ese mismo que le hace la manuela a Manuel Alejandro
Es que hay un bando con la mente en el norte y llena e pandillas
Su rap no es rap y es venezolano entre comillas
Ya ladilla en sus rencillas, no me impresionaron
Sigue creyendo monstruo, el rostro de monstruo que despertaron
Su disparo claro, aclaro, no paro, no parare
Versos acaparo, deja el paro y busca amparo que repararé
Aproximadamente 20 mentes por segundo
Para que tú cambies tú y no tú quieras cambia' al mundo
Hey-you, corre por tu vida
Que el mundo se va acabar, es el clan
Incendio con Benzina
Ya no hay más alternativas ni huidas
Hey-you corre por tu vida
Que este mundo se acabó
Se juntaron las dos aplanadoras
Y en el medio de la canción yo
Ah-ah, corre por tu vida
Que el mundo se va acabar, es el clan
Incendio con Benzina
Ya no hay más alternativa ni huida
Hey-you corre por tu vida
Que este mundo se acabó
Se juntaron las dos aplanadoras
Y en el medio de la canción yo
Listo
Corre (part. McKlopedia e Benzina)
Não sei que parada te fazem de que pão, aumenta um pouco minha voz
Na-na-na, você-você, Mc's Espencis, é
Você, wo-wo-wo-wo, sim, sim, você-você-você-você
Ai mamãe, ai mamãe, ai mamãe, ai mamãe, mamãezinha
Tá pronto, na primeira tomada, vou, vou
Ei-você, corre pela sua vida
Que o mundo vai acabar, é o clã
Incêndio com Benzina
Já não há mais alternativas nem fugas
Ei-você corre pela sua vida
Que este mundo acabou
Se juntaram as duas aplanadoras
E no meio da canção eu
Ei, ei, ei, ah
Que eu não tenho nada a provar pra mais ninguém
Quem anda por onde estão as mãos no ar, é
Comi bastante verde, não precisamente por gula
E só a morte arrancará das minhas mãos a armadura
Mentiria se dissesse que não nasci pra isso
Fecho os olhos, vejo textos que usam minha mente como aposentos
Sinto que minhas canções ainda não são totalmente boas
No entanto, comparadas com as suas, soam supremas
Já não há palidez nem símiles, meu rap é elite
Somente imbecis poderiam negar o que aqui apontei
Me atreveria a dizer que este é o nascimento
Do subgênero de rap mais real dos últimos tempos
Fãs se confundirão com exércitos
Estúpidos cairão ante este rotundo sucesso
E gostem ou não levarão letra até o rabo
Do passado sabia que do presente seria o futuro
Fecho os olhos e escrevo como possuído
O beat ri comigo, minhas rimas são punhal no seu ouvido
Hoje é um daqueles dias em que não acredito em amigos
Vou em mim no beat que vou te partir em menos de um estalo
Malditos não se cansam de ser pisoteados, ah?
Não entendem que pra isso do hip-hop não servem pra nada
Às vezes penso que sua crítica constante
É somente para se sentirem importantes
Mas que nada, aqui é território de cavalo, jamais ensaio
Sempre acho a forma de que mordaz pareçam vassalos
Levamos anos lembrando-lhes que o rap é pra rimar
E eles se enfiam em querer ameaçar
Mas nada, que nada, isso não é aqui
Presta atenção e te explico
Isso não é reggaetón de Porto Rico
Nem um vídeozinho de rapperzinho
Isso é rap da Venezuela, meu filho
Então ou você se adapta ou se acostuma a fechar o bico
Você não é real fazendo esse rap irreal
Porque simplesmente eu não tô a fim de te deixar soar
Kaputo no instrumental
E que reais decidam
Se sua porcaria ou meu disco vida, manda ver Benzina
Rivais, é Benzina, a musa com genitais
Pra lembrar-lhes, meus cabais
Faz anos que os perdi
Então a mim wannabe
Não me impressionam as pessoas que clonam o roteiro
Que têm guetos de lápis, bi
Caso não saiba, me importa um nada sua odisseia
Ou seja, isso é rap, rima
É a ideia, maldita seja
Pra que vejam que outra canção de competição, por favor
Mas senhor, sem competição não existiria o melhor
Olhe ao seu redor e me diga se não tenho razões
Pra fazer canções que falem do que falam bandidos sem ser bandidos
Falastrões, pra mostrar Benzina e Can, dois botões
Que já têm mais clones
Que balas, os pentes de seus canhões
Que o que canto te corta porque nada aporta?
E quem te disse que a mim a cultura importa?
Então pega sua vassoura, não é mentira
A moda nos incomoda e todas as odes
Que causam duas violas em neurônios
Outra música de uma jukebox que não se apagará
E acabará com cascas de frangos com caracterizações
De boas ações fazem falta
Apoie seus valores pra que valorize o que canta
Que a mim a verde de tanga me causa mais tesão
Que sua eletro changa levantando saia, ouvidos surdos
Que é só um gole do mar lírico
Que se aproxima de pura Benzina
Que rima a rima por cima de cimas
Criadas pelo ego de Lego que tantos têm
E enquanto conto quantos contos cantam canto mais malandro
Que seu hip-hop malandro, ha
Esse mesmo que faz a manuela pra Manuel Alejandro
É que há um bando com a mente no norte e cheia de gangues
Seu rap não é rap e é venezuelano entre aspas
Já cansado de suas rixas, não me impressionaram
Continue acreditando monstro, o rosto de monstro que despertaram
Seu tiro claro, esclareço, não paro, não pararei
Versos acaparo, deixa o paro e busca amparo que repararei
Aproximadamente 20 mentes por segundo
Para que você mude você e não queira mudar o mundo
Ei-você, corre pela sua vida
Que o mundo vai acabar, é o clã
Incêndio com Benzina
Já não há mais alternativas nem fugas
Ei-você corre pela sua vida
Que este mundo acabou
Se juntaram as duas aplanadoras
E no meio da canção eu
Ah-ah, corre pela sua vida
Que o mundo vai acabar, é o clã
Incêndio com Benzina
Já não há mais alternativa nem fuga
Ei-você corre pela sua vida
Que este mundo acabou
Se juntaram as duas aplanadoras
E no meio da canção eu
Pronto
Composição: Canserbero, Mcklopedia, Benzina