Sueño Eterno (part. Tankeone y Tabernario)
Tabernario, yeah
Tanke-One, presente
Con Canserbero
Yeah, yeah, es mexican can and may
En la casa
En conexión con Mexamafia
Y 3xm, controlado
Y ahí va con su conciencia, incapaz, de dejarme en paz
Con la esperanza, además, de tirar de la Fas
Por cierto, cobardeado o no, aunque luzca despierto
Va anhelando el sueño eterno, va de nuevo Ernesto
Y ahí va con su conciencia, incapaz, de dejarme en paz
Con la esperanza, además, de tirar de la Fas
Por cierto, cobardeado o no, aunque luzca despierto
Va anhelando el sueño eterno, va de nuevo Ernesto
Amaneció de nuevo, acomodando sus recuerdos
Sin pensar siquiera en levantarse con el pie izquierdo
El último bostezo pa' meterse a bañar
El espejo le indicaba que todo saldría mal
Su barbilla cortada con la navaja de afeitar
Sangre brota, pero aun así tenía que trabajar
Se ajustó las botas, no había nada de desayunar
Una pelea más con su mujer, estaba a reventar
Entre gritos, quema que raro, va almorzándose un cigarro
En la quinta avenida, pierde el control, desvíela el carro
Se bajó del mismo, lo rempujó para estacionarlo
Dos malandros en la esquina se echaban para asaltarlo
Sin cartera y portafolio, su bolsa había unos varos
Se subió al camión y va directo para su trabajo
Llegó por fin, para explicarles lo ocurrido
Y su jefe lo primero que dijo: Estas despedido
Salió sin finiquito, de regreso a su posada
Un mensaje de su hija: Pá, estoy embarazada (¿qué?)
Corriendo pa' su casa, la vida no le importaba
Y cuando llega su mujer, junto a su amante acostada (noo)
Y ahí va con su conciencia, incapaz, de dejarme en paz
Con la esperanza, además, de tirar de la Fas
Por cierto, cobardeado o no, aunque luzca despierto
Va anhelando el sueño eterno, va de nuevo Ernesto
Y ahí va con su conciencia, incapaz, de dejarme en paz
Con la esperanza, además, de tirar de la Fas
Por cierto, cobardeado o no, aunque luzca despierto
Va anhelando el sueño eterno, va de nuevo Ernesto
Agarro sus cosas, salió sin decirles nada
Solamente faltaba que un piche perro lo mirara
Quizá era una pesadilla o soñaba despierto
Se pellizcó y confirmó, todo era cierto
Su conciencia, urgentemente, lanzó un grito y auxilio
Automáticamente pensó en el suicidio
Suicidio: Un acto de cobardía
Que solamente un valiente ejecutaría
Valiente, desgastado o impaciente
Incapaz de vislumbrar que algo bueno viene enfrente
Pasó un tendedero, tomó una vieja cuerda
Una voz en su mente repetía: Vales pura mierda
¿Por qué no hacerlo? Las razones eran obvias
El final de su historia, escrita con mano propia
El acto se consumó, se dejó caer de un roble
¿Por qué todo salió mal? Si había sido un hombre noble
Su cuello oprimido por una cuerda oxidada
Y una carta en su bolsillo que decía: No valgo nada
Una luz dentro del túnel dijo: Ernesto, no te toca
Abrió los ojos y la cuerda estaba rota
Y ahí va con su conciencia, incapaz, de dejarme en paz
Con la esperanza, además, de tirar de la Fas
Por cierto, cobardeado o no, aunque luzca despierto
Va anhelando el sueño eterno, va de nuevo Ernesto
Y ahí va con su conciencia, incapaz, de dejarme en paz
Con la esperanza, además, de tirar de la Fas
Por cierto, cobardeado o no, aunque luzca despierto
Va anhelando el sueño eterno, va de nuevo Ernesto
Sonho Eterno (part. Tankeone e Tabernário)
Tabernário, é
Tanke-One, presente
Com Canserbero
É, é, é mexicano e pode
Na casa
Em conexão com a Mexamafia
E 3xm, controlado
E aí vai com sua consciência, incapaz, de me deixar em paz
Com a esperança, além disso, de tirar da Fas
Por sinal, covarde ou não, mesmo parecendo acordado
Vai desejando o sonho eterno, vai de novo Ernesto
E aí vai com sua consciência, incapaz, de me deixar em paz
Com a esperança, além disso, de tirar da Fas
Por sinal, covarde ou não, mesmo parecendo acordado
Vai desejando o sonho eterno, vai de novo Ernesto
Amanheceu de novo, arrumando suas lembranças
Sem pensar sequer em levantar com o pé esquerdo
O último bocejo pra ir se banhar
O espelho indicava que tudo sairia mal
Seu queixo cortado com a lâmina de barbear
Sangue brota, mas mesmo assim tinha que trabalhar
Ajustou as botas, não tinha nada pra tomar café
Mais uma briga com a mulher, estava prestes a explodir
Entre gritos, queima, que estranho, vai almoçando um cigarro
Na quinta avenida, perde o controle, desvia o carro
Desceu do mesmo, empurrou pra estacionar
Dois malandros na esquina se preparavam pra assaltá-lo
Sem carteira e portfólio, na bolsa tinha uns trocados
Subiu no ônibus e foi direto pro trabalho
Chegou finalmente, pra explicar o que aconteceu
E seu chefe a primeira coisa que disse: Você está demitido
Saiu sem rescisão, de volta pra sua pousada
Uma mensagem da filha: Pai, estou grávida (o quê?)
Correndo pra casa, a vida não importava
E quando chega, a mulher estava com o amante na cama (nãooo)
E aí vai com sua consciência, incapaz, de me deixar em paz
Com a esperança, além disso, de tirar da Fas
Por sinal, covarde ou não, mesmo parecendo acordado
Vai desejando o sonho eterno, vai de novo Ernesto
E aí vai com sua consciência, incapaz, de me deixar em paz
Com a esperança, além disso, de tirar da Fas
Por sinal, covarde ou não, mesmo parecendo acordado
Vai desejando o sonho eterno, vai de novo Ernesto
Pegou suas coisas, saiu sem dizer nada
Só faltava um cachorro pichado olhar pra ele
Talvez fosse um pesadelo ou sonhando acordado
Se beliscou e confirmou, tudo era verdade
Sua consciência, urgentemente, lançou um grito e socorro
Automaticamente pensou em suicídio
Suicídio: Um ato de covardia
Que somente um valente executaria
Valente, desgastado ou impaciente
Incapaz de vislumbrar que algo bom vem pela frente
Passou por um varal, pegou uma corda velha
Uma voz na mente repetia: Você não vale nada
Por que não fazer? As razões eram óbvias
O final da sua história, escrita com a própria mão
O ato se consumou, se deixou cair de um carvalho
Por que tudo saiu mal? Se tinha sido um homem nobre
Seu pescoço oprimido por uma corda enferrujada
E uma carta no bolso que dizia: Não valho nada
Uma luz dentro do túnel disse: Ernesto, não é sua hora
Abriu os olhos e a corda estava quebrada
E aí vai com sua consciência, incapaz, de me deixar em paz
Com a esperança, além disso, de tirar da Fas
Por sinal, covarde ou não, mesmo parecendo acordado
Vai desejando o sonho eterno, vai de novo Ernesto
E aí vai com sua consciência, incapaz, de me deixar em paz
Com a esperança, além disso, de tirar da Fas
Por sinal, covarde ou não, mesmo parecendo acordado
Vai desejando o sonho eterno, vai de novo Ernesto