Nostalgia (Ventino)
Cuando te perdiste
Confundiste risas con felicidad
¿Cómo no lo viste?
Que teniendo poco no hacía falta nada más
Y ahora extrañas lo que fuiste
¿Para qué intentar mentirte?
Si ya no hay vuelta atrás
¿De qué me sirve alimentar esa nostalgia?
Si fue mi voz la que me cambió
Y ahora soy todo lo que un día prometí no ser jamás
Y aunque trate de encontrar a quién culpar
En el espejo no, no hay nadie más
En el reflejo no, no hay nadie más
Sola tú has caído
Y aunque sientas tantas ganas de gritar
Entre tanto ruido
Sabes que no hay nadie que pueda escuchar
Sé que extrañas lo que fuiste
Dime, ¿En quién te convertiste?
Pero no, no hay vuelta atrás
¿De qué me sirve alimentar esa nostalgia?
Si fue mi voz la que me cambió
Y ahora soy todo lo que un día prometí no ser jamás
Y aunque trate de encontrar a quién culpar
En el espejo no, no hay nadie más
En el reflejo no, no hay nadie más
(No, no, no, no, no, no-oh)
Si pudiera regresar
Yo no haría nada igual
Qué no haría por volver a comenzar
Si ya no hay vuelta atrás
¿De qué me sirve alimentar esa nostalgia?
Si fue mi voz la que me cambió
Y ahora soy todo lo que un día prometí no ser jamás
Y aunque trate de encontrar a quién culpar
En el espejo no, no hay nadie más
En el reflejo no, no hay nadie más
Nostalgia (Ventino)
Quando você se perdeu
Confundiu risadas com felicidade
Como não percebeu?
Que tendo pouco não precisava de mais nada
E agora você sente falta do que foi
Pra que tentar se enganar?
Se já não tem volta
De que adianta alimentar essa nostalgia?
Se foi minha voz que me mudou
E agora sou tudo que um dia prometi não ser jamais
E mesmo que eu tente achar a quem culpar
No espelho não, não tem mais ninguém
No reflexo não, não tem mais ninguém
Sozinha você caiu
E mesmo que sinta vontade de gritar
Entre tanto barulho
Sabe que não tem ninguém pra escutar
Sei que sente falta do que foi
Me diz, em quem você se tornou?
Mas não, não tem volta
De que adianta alimentar essa nostalgia?
Se foi minha voz que me mudou
E agora sou tudo que um dia prometi não ser jamais
E mesmo que eu tente achar a quem culpar
No espelho não, não tem mais ninguém
No reflexo não, não tem mais ninguém
(Não, não, não, não, não, não-oh)
Se eu pudesse voltar
Eu não faria nada igual
O que eu não faria pra recomeçar
Se já não tem volta
De que adianta alimentar essa nostalgia?
Se foi minha voz que me mudou
E agora sou tudo que um dia prometi não ser jamais
E mesmo que eu tente achar a quem culpar
No espelho não, não tem mais ninguém
No reflexo não, não tem mais ninguém
Composição: Natalia Afanador Reyes / Camila Esguerra Escobar / Olga Lucía Vives Serrano / María Cristina de Angulo Botero / Santiago Deluchi