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Adios Nonino

Carel Kraayenhof

Adios Nonino

From a scintillating star
He will signal me to come
By a light of eternity
When he calls me I will go
To ask him for that child
That I lost with his death
That with nonino he went
When he tells me come here
I'll be reborn... Because

I am...! The root of the country
That modeled with its clay,
I am...! Blood and skin,
Of that italian who gave me his seed...
Good-bye nonino...how long the road
Will be without you

Pain, sadness, the table and the bread...!
And my good-bye...ay...! My good-bye,
To your love, your tobacco, your wine.
Who, without pity, took half of me,
When taking you nonino....?
Perhaps one day, I also looking back...
Will say as you, good-bye... No more bets...!

And today my old nonino is a part of nature
He is the light, the wind, and the river
This torrent within me replaces him
Extending in me his challenge
I perpetuate myself in his blood, I know
And anticipate in my voice, his own echo
This voice that once sounded hollow to me
When I said good-bye... Good-bye nonino

I am...! The root of the country
That modeled with its clay
I am...! Blood and skin
Of that italian who gave me his seed
Good-bye nonino... You left your sun in my destiny
Your fearless ardor, your creed of love
And that eagerness...ah..! Your eagerness
For seeding the road with hope.
I am your honeycomb and this drop of sunlight
That today cries for you nonino
Perhaps the day when my string is cut
I will see you and I will know there is no end

Adios Nonino

De uma estrela cintilante
Ele me avisará para vir
Por uma luz da eternidade
Quando ele me liga, irei
Para pedir-lhe aquela criança
Que perdi com a morte dele
Isso com o nonino ele foi
Quando ele me diz, venha aqui
Eu vou renascer ... Porque

Eu sou...! A raiz do país
Isso modelado com sua argila,
Eu sou...! Sangue e pele,
Daquele italiano que me deu sua semente ...
Adeus nonino ... quanto tempo a estrada
Ficará sem você

Dor, tristeza, mesa e pão ...!
E meu adeus ... ay ...! Meu adeus
Para o seu amor, o seu tabaco, o seu vinho.
Quem, sem piedade, tomou metade de mim,
Ao levá-lo ao nonino ....?
Talvez um dia, eu também voltei para trás ...
Dirá como você, adeus ... Não há mais apostas ...!

E hoje meu antigo não -ino é parte da natureza
Ele é a luz, o vento e o rio
Esta torrente dentro de mim o substitui
Estendendo em mim o desafio dele
Eu me perpetuo em seu sangue, eu sei
E antecipar na minha voz, seu próprio eco
Essa voz que uma vez me pareceu vazia
Quando eu despedi ... adeus nonino

Eu sou...! A raiz do país
Isso modelado com sua argila
Eu sou...! Sangue e pele
Daquele italiano que me deu sua semente
Adeus nonino ... Você deixou seu sol no meu destino
Seu ardor destemido, seu credo de amor
E essa ânsia ... ah ...! Sua ânsia
Para semear a estrada com esperança.
Eu sou o seu favo de mel e esta gota de luz solar
Que hoje chora por você não
Talvez o dia em que minha corda é cortada
Eu vou ver você e eu saberei que não há fim