395px

Veneno

Cariño (ES)

Veneno

Que me corten las mano' para escribirte meno'
Que me arranquen los ojo' para no verte luego
Que me cosan la boca para no darte beso'
Que me quiten las pierna', que me rompan los hueso'
Porque si no lo hacen, iré corriendo a verte
Y es que como te miré ya se acabó mi suerte
Voy a morir de golpe un 40 de diciembre
Buscando tu calor, buscando tu color

Y es que eres un veneno en un fresquito de cristal
Parecías la colonia de más lujo del lugar
Y de ti me perfumé mientras tú te reías
Mi cuerpo se envenenaba y yo no lo entendía
Porque eres un veneno y jugabas a matar
Con esa carita linda, ¿quién se lo iba a imaginar?
Y ahora ando como un zombi y no me puedo curar
Dime si existe el antídoto o lo dejo de buscar

Que me borren la mente, que te saquen de aquí
Que mi cabeza corten pa' no pensar en ti
Puedo quemar recuerdos que no se quieren ir
Pero no puedo olvidar lo que quedó por vivir
Yo que te daba el mundo, tú lo que te sobraba
Yo cambiando mis planes y en los tuyos ni entraba
Pero no me di cuenta por qué disimulabas
Si esto fuera una peli, algún premio te daban

Y es que eres un veneno en un fresquito de cristal
Parecías la colonia de más lujo del lugar
Y de ti me perfumé mientras tú te reías
Mi cuerpo se envenenaba y yo no lo entendía
Porque eres un veneno y jugabas a matar
Con esa carita linda, ¿quién se lo iba a imaginar?
Y ahora ando como un zombi y no me puedo curar
Dime si existe el antídoto o lo dejo de buscar

Porque eres un veneno y jugabas a matar
Con esa carita linda, ¿quién se lo iba a imaginar?
Y ahora ando como un zombi y no me puedo curar
Dime si existe el antídoto o lo dejo de buscar

Veneno

Que me cortem as mão' pra te escrever menos
Que me arranquem os olho' pra não te ver depois
Que me cosam a boca pra não te dar beijo'
Que me tirem as perna', que me quebrem os osso'
Porque se não fizerem, vou correndo te ver
E é que como te olhei já acabou minha sorte
Vou morrer de uma vez num 40 de dezembro
Buscando teu calor, buscando tua cor

E é que você é um veneno num frasquinho de cristal
Parecia a colônia mais chique do lugar
E de você me perfumei enquanto você ria
Meu corpo se envenenava e eu não entendia
Porque você é um veneno e brincava de matar
Com essa carinha linda, quem ia imaginar?
E agora ando como um zumbi e não consigo me curar
Me diz se existe o antídoto ou eu paro de procurar

Que me apaguem a mente, que te tirem daqui
Que cortem minha cabeça pra não pensar em ti
Posso queimar lembranças que não querem ir embora
Mas não consigo esquecer o que ficou por viver
Eu que te dava o mundo, você o que sobrava
Eu mudando meus planos e nos seus nem entrava
Mas não percebi por que você disfarçava
Se isso fosse um filme, algum prêmio você ganhava

E é que você é um veneno num frasquinho de cristal
Parecia a colônia mais chique do lugar
E de você me perfumei enquanto você ria
Meu corpo se envenenava e eu não entendia
Porque você é um veneno e brincava de matar
Com essa carinha linda, quem ia imaginar?
E agora ando como um zumbi e não consigo me curar
Me diz se existe o antídoto ou eu paro de procurar

Porque você é um veneno e brincava de matar
Com essa carinha linda, quem ia imaginar?
E agora ando como um zumbi e não consigo me curar
Me diz se existe o antídoto ou eu paro de procurar

Composição: