Ojos Noche (part. Elsa y Elmar)
Él siempre me recogía
Con su mirada de amante
Y me llevaba a lugares
Que yo no conocía
Cuando me recogía
Hablábamos de la vida
Y de sus planes cambiantes
Hablábamos del presente
De ayudar a la gente
De los tiempos de antes
Pero no lo vol-
No lo volví a ver
Luego no lo vol-
No lo volví a ver
Si yo decía la verdad, entonces
Sería obvio que él también lo hacía
Él me miraba con sus ojos noche
Y yo le creía lo que me decía
Él siempre me recogía
En su carroza flotante
Y me mostraba la Luna
Me leía mi fortuna
Me sentía importante
Andábamos por la noche (oh-oh-oh)
Buscando algún escondite (ah-ah)
Para decirnos las cosas
Que solo con palabras
Imposible decirse
Pero no lo vol-
No lo volví a ver (no-no, no-no)
Luego no, yo te juro que no
Y yo lo busqué
Si yo decía la verdad, entonces
Sería obvio que él también lo hacía
Él me miraba con sus ojos noche
Y yo le creía lo que me decía
Si yo decía la verdad, entonces
Uh, uh-uh
Él me miraba con sus ojos de noche
De noche (de noche)
De noche (de noche)
De noche, yeah-yeah-eh-uh
Ven y me muestras todo lo que escondes
Para curarnos todas las heridas
Ven y me miras con tus ojos de noche
Ven y me muestras todo lo que escondes
Para curarnos todas las heridas
Ven y me miras con tus ojos de noche
Si yo decía la verdad, entonces (entonces)
Sería obvio que él también lo hacía (lo hacía)
Él me miraba con sus ojos noche
Y yo le creía lo que me decía (decía)
Y uh, uh-uh-uh (uh-uh, eh-yeah-yeah)
Uh-uh (uh-uh) (eh-yeah-yeah, uh)
Él siempre me recogía
En su carroza flotante
Olhos da Cor da Noite (part. Elsa y Elmar)
Ele sempre vinha me buscar
Com seu olhar de amante
E me levava a lugares
Que eu não conhecia
Quando vinha me buscar
Falávamos da vida
E dos planos dele que viviam mudando
Falávamos do presente
De ajudar as pessoas
Dos velhos tempos
Mas nunca mais o-
Nunca mais o vi
Depois nunca mais o-
Nunca mais o vi
Se eu era sincera, então
Era de se esperar que ele também fosse sincero
Ele me olhava com aqueles olhos da cor da noite
E eu acreditava em tudo que ele me dizia
Ele sempre vinha me buscar
Em sua carruagem flutuante
E me mostrava a Lua
Lia a minha sorte
Eu me sentia importante
Andávamos pela noite (ô-ô-ô)
Procurando algum esconderijo (ah-ah)
Pra dizer um ao outro coisas
Que só com palavras
Era impossível dizer
Mas nunca mais o-
Nunca mais o vi (não-não, não-não)
Depois nunca, eu te juro que não
E eu fui atrás dele
Se eu era sincera, então
Era de se esperar que ele também fosse sincero
Ele me olhava com aqueles olhos da cor da noite
E eu acreditava em tudo que ele me dizia
Se eu era sincera, então
Uh, uh-uh
Ele me olhava com aqueles olhos da cor da noite
Da noite (da noite)
Da noite (da noite)
Da noite, é-é-ê-uh
Vem me mostrar tudo o que você esconde
Pra curarmos todas as nossas feridas
Vem me olhar com esses seus olhos da cor da noite
Vem me mostrar tudo o que você esconde
Pra curarmos todas as nossas feridas
Vem me olhar com esses seus olhos da cor da noite
Se eu era sincera, então (então)
Era de se esperar que ele também fosse sincero (fosse)
Ele me olhava com aqueles olhos da cor da noite
E eu acreditava em tudo que ele me dizia (dizia)
E uh, uh-uh-uh (uh-uh, ê-é-é)
Uh-uh (uh-uh) (ê-é-é, uh)
Ele sempre vinha me buscar
Em sua carruagem flutuante
Composição: Elsa Y Elmar, Mateo Lewis