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Vivendo à Margem da Vida

Carlos Galhardo

Letra

    Vão-se os dias e os meses facilmente
    Vão-se as delícias de uma grande ilusão
    Só vai é a saudade impertinente
    Esta não, esta não quer deixar meu coração

    É o giro intransigente da existência
    A culpa não cabe a mim a ti
    Nem a ninguém
    Pois sei que é mesmo assim
    O nosso amor seguia tão feliz
    Pelos caminhos que eu sonhando fiz
    Porém a sorte nos negou levá-lo ao fim

    Teus beijos não são mais dos lábios meus
    Não devo insistir
    Das tuas mãos uma carícia nunca mais
    Irei sentir
    À margem do viver eu vejo desolado
    A minha vida
    À margem do teu coração
    Eu vejo o meu amor querida
    Não creio que a esperança volte ainda
    A me consolar
    Mas podes crer que a desilusão me traz
    É muito mais cruel do que supões
    Amarga mais que o amargor do fel
    É a tortura de quem perde o lindo céu

    O nosso amor seguia tão feliz
    Pelos caminhos que eu sonhando fiz
    Porém a sorte nos negou levá-lo ao fim

    Composição: Paulo Barros / Pedro Caetano. Essa informação está errada? Nos avise.

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