Tradução gerada automaticamente

La Violeta
Carlos Gardel
La Violeta (Tradução)
La Violeta
Com o cotovelo na mesa sujaCon el codo en la mesa mugrienta
E o olhar fixo em um sonhoY la vista clavada en un sueño
Pense tano Domingo PolentaPiensa el tano Domingo Polenta
No drama de sua imigraçãoEn el drama de su inmigración
E na cantina safada que cantaY en la sucia cantina que canta
A nostalgia do velho paísLa nostalgia del viejo paese
Defina sua garganta roucaDesafina su ronca garganta
Já curtido com vinho carlonYa curtida de vino carlón
E La Violeta vai, vai, vaiE La Violeta la va, la va, la va
La va sul campo che lei si sognabaLa va sul campo che lei si sognaba
Ch'era suo yinyín que o estava mantendoCh’era suo yinyín que guardándola estaba
Ele também busca o seu bem sonhadoÉl también busca su soñado bien
Desde aquele dia, tão longeDesde aquel día, tan lejano ya
Que com sua carga de ilusão iria sairQue con su carga de ilusión saliera
Como La Violeta que vai, vaiComo La Violeta que la va, la va
Cesta de pagamento distanteCanzoneta de pago lejano
Isso idealiza a taberna sujaQue idealiza la sucia taberna
E isso brilha nos olhos do tanoY que brilla en los ojos del tano
Com a pérola de alguma lágrimaCon la perla de algún lagrimón
Ele aprendeu quando veio com outras pessoasLa aprendió cuando vino con otros
Preso na barriga de um navioEncerrado en la panza de un buque
E fica com ela, colocando batuqueY es con ella, metiendo batuque
Isso consola sua decepçãoQue consuela su desilusión



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