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Carne de Cabaret

Carlos Gardel

Letra

Carne de cabaré

Carne de Cabaret

Pobre percanta que passa a vidaPobre percanta que pasa su vida
Entre a farra, milonga e champanheEntre la farra, milonga y champán
O que a faz perder pouco doenteQue lleva enferma su almita perdida
Que caiu nas garras de um bacan desajeitadoQue cayo en garras de un torpe bacán
E que apenas ninhos no seu peitoY que en su pecho tan solo se anida
O triste prazer que causa um gottanEl triste goce que causa un gotán

Sua ilusão morreu no cabaréSu ilusión murió en el cabaret
Ao ritmo de um tango compadronAl compás de un tango compadrón
E quando você percebe sua fé já perdidaY al notar perdida ya su fe
Eu permaneço seu coraçãoQuedo su corazón
Movido em emoçãoTransido en la emoción
A dor que as forças o subtraíramEl dolor las fuerzas le restó
Finalmente entendendo seu berretínComprendiendo al fin su berretín
E uma noite ele ficou presoY una noche que se encurdeló
Suas tristezas entregues a um policial loiroSus penas entrego a un rubio copetín

É por isso que sua alma soluça silenciosamentePor eso su alma en silencio solloza
E sua risada cruel é um sorrisoY es una mueca su risa cruel
E quando ele beija sua boca rosaY cuando besa su boca de rosa
Deixe lábios amargos e amargosDeja en los labios amargo de hiel
E em seu rosto amarelo, escuroY en su carita amarilla, ojerosa
Os traços de um amor infiel são vistosSe ven las huellas de un amor infiel

E assim foi na encosta fatalY así fue en la pendiente fatal
Do cabaré ao hospitalDel cabaret al hospital
E para ninguém ele descobriu que por causa de seu malY a ninguno encontró que por su mal
Eu tive compaixãoTuviera compasión
Por nenhuma razão eles a deixaram sofrerPues sin razón la dejaron sufrir
E para sua ilusão, eles a deixaram morrerY a su ilusión la dejaron morir
E assim foi na encosta fatalY así fue en la pendiente fatal
Do cabaré ao hospitalDel cabaret al hospital
Onde o asilo foi encontradoDonde asilo encontró

Percanta pobre que é contratadoPobre percanta que esta contratada
Vendendo sua alma por um copetoVendiendo su alma por un copetín
A de uma vida feliz enganadaQue de una vida feliz engañada
Carrega tristeza e esplendor na almaLleva en el alma tristeza y esplín
E que passar a vida amargaY que pasando su vida amargada
Ele chora em silêncio sua tristeza sem fimLlora en silencio su pena sin fin

Composição: L. Roldán / P. V. Lambertucci. Essa informação está errada? Nos avise.

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