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Letra

Mistério

Misterio

Era uma lembrança fofaEra memoria linda
A memória do velhoLa memoria del viejo
Para contar o que aconteceuPa contar sucedidos
Quem sabe que horasDe quién sabe qué tiempo
Enquanto o cimarrón rodava o volanteMientras corría el cimarrón la rueda
E o pampero se enredou no ombúY se enredaba en el ombú el pampero

Mas tinha que ser manipuladoPero había que amañarlo
Para colocá-lo em silêncioPa arrancarlo al silencio
Se eu coçar sua testaSi le araba la frente
Com suas barras, o cenho franzidoCon sus rejas el ceño
E no espelho escuro das pupilasY en el oscuro espejo de las pupilas
Certas memórias acenderiamEncendían su luz ciertos recuerdos

Porque então em seus lábiosPorque entonces en sus labios
Tremendo e secoTemblequiantes y secos
Beyaquiaba resmungandoBeyaquiaba el rezongo
Como um potro jovemComo potro mañero
E de uma costa para a outra da bocaY de un costao al otro de la boca
Ele acalmou o punho de tabaco pretoTranquiaba el pucho de tabaco negro

As vezes ele sozinhoA ocasiones él solo
Eu comecei as históriasComenzaba los cuentos
Que o pagamento gaúchoQue el gauchaje del pago
Eu colecionei em silêncioRecogía en silencio
Observando subir, como um feitiçoViendo resucitar, como un conjuro
A juventude atormentada do velhoLa atormentada juventud del viejo

Gurí na Grande GuerraGurí en la Guerra Grande
Garçom quando QuinterosMozo cuando Quinteros
Soldao no QuebrachoSoldao en la del Quebracho
E feridos no CerroY herido en la del Cerro
Andar um líder levantou o ponchoAnde un caudillo levantaba el poncho
Lá estava ele, atirando no couroAllí estaba él, apeligrando el cuero

Eles deveriam ver seus olhosEran de ver sus ojos
Metade assediar-se do sonoMedio acosaos del sueño
Queime-o como carvãoArderle como brasas
Da praga do tiro pela culatraDel tizón trashoguero
Ao jogar o borsalino na nucaCuando echando a la nuca el borsalino
Eu os contei em brigas e contratemposLas contaba e peleas y entreveros

Os gurises, ouvindoLos gurises, al oírlo
Silencioso e trêmuloSilenciosos y trémulos
Eles sentiram através das veiasSentían por la venas
Queime-os como um fogoArderles como un fuego
O sangue desenfreado da corridaLa alborotada sangre de la raza
E o fim perguntou ao velho da históriaY el fin pedían de la historia al viejo

Mas os chineses caíramPero caiban las chinas
Respeito curiosoCuriosiando el respeto
Com que os gaúchos ouviramCon que los gauchos oían
As loucuras da históriaLas locuras del cuento
E, sem saber por que, nas pálpebrasY, sin saber por qué, sobre los párpados
O velho historiador dormiaDel viejo historiador se echaba el sueño

E seus lábios enrugaramY sus labios contraídos
Com um gesto e 'despeitoCon un gesto e' despecho
Eles conversaram sobre uma trançaHablaban de una trenza
Corte no couroCortada rente al cuero
E de um amor infeliz e tristeY de un amor infortunado y triste
E de um desprezo inexplicável e teimosoY de un desdén inexplicable y terco

Composição: Alonso / Chiriff / Trelles. Essa informação está errada? Nos avise.

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