Ríe Payaso
El payaso con sus muecas y su risa exagerada
Nos invita, camaradas, a gozar del carnaval
No notáis en esa risa, una pena disfrazada
Que su cara almidonada, nos oculta una verdad
Ven payaso, yo te invito, compañero de tristeza
Ven acercate a mi mesa si te quieres embriagar
Que si tú tienes tus penas, yo también tengo las mías
Y el champán hace olvidar
Ríe, tu risa me contagia
Con la divina magia de tu gracia sin par
Bebamos mucho, bebamos porque quiero
Con todo este dinero hacer mi carnaval
Llora, payaso buen amigo
No llores que hay testigos
Que ignoran tu pesar
Seca tu llanto y ríe con alborozo
A ver pronto, che mozo, traiga nomás champán
Yo también como el payaso de la triste carcajada
Tengo el alma destrozada y también quiero olvidar
Embriagarme de placeres en orgías desenfrenadas
Entre Música y champán
Hace uno año justamente, regresaba a mi Morada
Con deseos de descansar
Al llegar vi luz prendida
En el cuarto de mi amada
Es mejor no recordar
Llora, payaso buen amigo
No llores que hay testigos
Que ignoran tu pesar
Seca tu llanto y ríe con alborozo
A ver pronto, che mozo, traiga nomás champán
Ria, Palhaço
O palhaço com suas caretas e sua risada exagerada
Nos convida, camaradas, a aproveitar o carnaval
Não notam nessa risada, uma dor disfarçada
Que seu rosto engomado, nos oculta uma verdade
Vem, palhaço, eu te convido, companheiro de tristeza
Vem se aproximar da minha mesa se quiser se embriagar
Que se você tem suas dores, eu também tenho as minhas
E o champanhe faz esquecer
Ria, sua risada me contagia
Com a divina magia da sua graça sem par
Bebamos muito, bebamos porque eu quero
Com todo esse dinheiro fazer meu carnaval
Chora, palhaço, bom amigo
Não chore que há testemunhas
Que ignoram seu pesar
Seque seu pranto e ria com alegria
Vamos lá, garçom, traga logo o champanhe
Eu também como o palhaço da triste gargalhada
Tenho a alma destroçada e também quero esquecer
Me embriagar de prazeres em orgias desenfreadas
Entre música e champanhe
Faz um ano exatamente, voltava pra minha morada
Com desejos de descansar
Ao chegar vi luz acesa
No quarto da minha amada
É melhor não lembrar
Chora, palhaço, bom amigo
Não chore que há testemunhas
Que ignoram seu pesar
Seque seu pranto e ria com alegria
Vamos lá, garçom, traga logo o champanhe