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Yo Sé Hacer

Carlos Gardel

Letra

Eu Sei Fazer

Yo Sé Hacer

E com razãoY cuernante con razón
Não acredito na ousadia da linguagemNo creo el osado lenguaje
Que saiu dos papéisSalido de los papeles
De quem nasce barrigudoDel que nace barrigón

Sou dos mesmos molequesSoy de los mesmos críos
Batido pra entenderGolpiao' al tanto comprender
Essa falta de poderEsta falta de poder
Essa escola não faz sentidoEsta escuela no es sentido
Comparar-se ao homem que escreveCompararse al hombre escriba
Na fonte do saberEn la fuente de saber

Embora tenha nascido e crescidoAunque nacido y criao'
Na escola do sofrimentoEn la escuela del sufrir
Me viro pra viverMe doy maña pa' vivir
Como o homem mais letradoComo el hombre más letrado

Eu por trombar já procureiYo por trompiar he buscao'
Colocar em um pingo o arreioPonerle a un pingo el apero
E no avestruz mais ligeiroY al avestruz más ligero
Eu sei como fazer no campoLo sé en el campo boliar
Também sei como arrematar uma vacaTambién una res arniar
Despelar um tatu no couroPelarle un tatual al cuero
Eu sei castrar um potroYo sé capar un potrillo
E cuidar de um par de boisY cuidar un parejero
E no manzarrão mais espertoY al manzarron más mañero
A barriga eu sei abrirLa panza le sé estripar

Que em um roloQue en un rulo
Em um campo poderEn una cancha poder
Eu sei tirar e colocarLe se sacar y poner
Em qualquer novilho o laçoA cualquier novillo el lazo
E arrematar em campo abertoY bollar en campo raso
Qualquer bicho pra comerCualquier bicho pa' comer

Sei preparar o aradoSe enmaletar el arao
Pra plantar uma sementePa' plantar una semilla
E na época da colheitaY en el tiempo de la trilla
Recolho o que planteiRecojo lo que he sembrao'
Eu por um laço trançadoYo por un lazo trenza'
Um cabresto, um maniadorUn cabrestro, un maniador
Preparar como o melhorPreparar como el mejor
Um rodeio em um campo abertoRodeo en un campo abierto
E até no mesmo desertoY hasta en el mesmo desierto

Limpar um lugarGuasquiar un limpiador
E se na minha escola não me deramY si a mi escuela no me han dao'
Os que me deram a vida, à força de sofrerLos que me dieron el ser, a fuerza de padecer
A experiência me ensinouLa experiencia me ha enseñao'
Que esse autor que não me deiQue este autor que no me he dao'
À força de ser escritoA fuerza de ser escrito
Eu que sempre viviYo que siempre he vivido
Pela ignorância cercadoPor la ignorancia rodiao'
No campo desgraçadoEn el campo desgraciao'
Deste chão onde nasciDe este suelo en que he nacido


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