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Em Homenagem a Você (George)

Carly Simon

In Honor of You (George)

How can I go on when every thought hurts
I flirt with the notion of no more songs
My old familiar foe, self pity, haunts me

I´m stuck in some over-the-mountain town
In a meaningless bar where fat hands
round the steiners
And no one cares if it suns or pours
In an hour between trains
Barney puts the record on
And the aimless rise to dance

Embrace me, my sweet embraceable you
I see you, George, in your
apartment on Riverside Drive
Some fifty years ago
Your fingers on the keys
Looking for the song
Looking for that hook

Embrace me, you irreplaceable you

Who were you then?
Did you have a woman?
Were you hard up for cash?
Did you ever know you´d be heard in
the middle distance
In some over-the-mountain town?

Connecting to the muscles of the dancers
In this close and smoky room
Who were you then?
Were you sure of your tune?
Or were your dreams and your courage all broken down like mine?

Now there´s something that clutches the heart
A melody that stays
Year after year
I love all the many charms about you
Above all I want my arms around you

I´m already late for my train
But I don´t think about that
I think of you, George
At your piano, sweating in the summer heat
By the way, did you get your girl,
Did you by your house in the country?
Did you wait for something that never came?
Did you die still waiting for your train?

Don´t be a naughty baby, come to mama
come to mama do

Some part of your heart twists and turns in mine
Your soul rises
There´s an angel in charge
There´s one note that weeps the truth
And makes my life mean something
Just for the length of
Embrace me, my sweet embraceable you
Embrace me, you irreplaceable you
Don´t be a naughty baby, come to mama,
come to mama do

I will go home, I will try again
I will catch the train
Catch another breath
Move back to the piano and
let the notes do what they´ll do
In honor of you, George
In honor of you

Em Homenagem a Você (George)

Como posso seguir em frente quando cada pensamento dói
Flerto com a ideia de não ter mais canções
Meu velho inimigo, a autopiedade, me assombra

Estou preso em alguma cidade do outro lado da montanha
Em um bar sem sentido onde mãos gordas
cercam os canecos
E ninguém se importa se faz sol ou chove
Em uma hora entre os trens
Barney coloca o disco para tocar
E os sem rumo se levantam para dançar

Abrace-me, meu doce e abraçável você
Vejo você, George, no seu
apartamento na Riverside Drive
Há uns cinquenta anos
Seus dedos nas teclas
Procurando pela canção
Procurando aquele refrão

Abrace-me, você, insubstituível você

Quem era você naquela época?
Você tinha uma mulher?
Estava duro de grana?
Você sabia que seria ouvido a
uma certa distância
Em alguma cidade do outro lado da montanha?

Conectando-se aos músculos dos dançarinos
Nesta sala apertada e empoeirada
Quem era você naquela época?
Você tinha certeza da sua melodia?
Ou seus sonhos e sua coragem estavam todos quebrados como os meus?

Agora há algo que aperta o coração
Uma melodia que permanece
Ano após ano
Eu amo todos os muitos encantos sobre você
Acima de tudo, quero meus braços ao seu redor

Já estou atrasado para o meu trem
Mas não penso nisso
Penso em você, George
No seu piano, suando no calor do verão
A propósito, você conseguiu sua garota,
Comprou sua casa no campo?
Você esperou por algo que nunca veio?
Você morreu ainda esperando pelo seu trem?

Não seja um bebê travesso, venha para a mamãe
venha para a mamãe, por favor

Uma parte do seu coração se contorce e se vira no meu
Sua alma se eleva
Há um anjo no comando
Há uma nota que chora a verdade
E faz minha vida ter sentido
Só pela duração de
Abrace-me, meu doce e abraçável você
Abrace-me, você, insubstituível você
Não seja um bebê travesso, venha para a mamãe,
venha para a mamãe, por favor

Eu vou para casa, vou tentar de novo
Vou pegar o trem
Respirar mais uma vez
Voltar para o piano e
deixar as notas fazerem o que quiserem
Em homenagem a você, George
Em homenagem a você

Composição: George Gershwin, Ira Gershwin, Carly Simon