Verloren Bei Tag
Mitternacht und eingeschneit,
Mondenlicht erhellt die Dunkelheit,
Glänzen Waffen auf gerfrornem Boden,
Und Feuersglut erwärmt das Lager,
Die Krieger schöpfen Kraft.
Des nachts führt sie der Schlaf,
Wandert jeder auf schrecklichem Pfad,
Ihr Tod weilt still,
Wartet geduldig auf das Ende ihres Atems,
Auf den Augenblick der Schwäche,
Als der erste Sonnenstrahl eröffnet die Schlacht.
Der Tod stürmt das Lager,
Vertilgt all die Freunde,
Er schändet die Frauen,
Verbrennt alles restlos,
Bis auf die Kadaver:
Verblutet, enthauptet,
Erschlagen, gehäutet,
Erstochen, verstümmelt,
Verloren, was jetzt?
Das Ende verzehrt den Atem den Schmerz,
Sei froh um die Stille, die ewig nun währt.
Perdido Durante o Dia
Meia-noite e coberto de neve,
Luz da lua ilumina a escuridão,
Brilham armas no chão congelado,
E a brasa aquece o acampamento,
Os guerreiros recuperam forças.
À noite, o sono os guia,
Cada um caminha por um caminho aterrador,
A morte os observa em silêncio,
Aguardando pacientemente o fim de seu fôlego,
No momento da fraqueza,
Quando o primeiro raio de sol inicia a batalha.
A morte ataca o acampamento,
Destrói todos os amigos,
Desonra as mulheres,
Queima tudo sem deixar vestígios,
Exceto os cadáveres:
Sangrando, decapitados,
Espancados, esfolados,
Furados, mutilados,
Perdidos, e agora?
O fim consome o fôlego e a dor,
Agradeça pelo silêncio que agora é eterno.