Jake Mate
En mi conciencia la esencia de las líricas perfectas
Al saber de mi presencia todos se ponen alerta
Reconocido como el primero por sólidos veteranos
Que guardan silencio cuando el micrófono está en mi mano
A un lado, cabrones, que mi estilo los lastima
Y ahora vengo con el Jacken, psycho loco te derriba
No busques la salida, no tienes donde esconderte
Jaque mate y te reviento, no te pongas al frente
Que nunca es suficiente por grande que sea tu esfuerzo
Hago trampas en el juego que se aprende en el infierno
Inyecto mi veneno y analizo movimientos
Desde la primer jugada, jaque mate y dejo muerto
Tu presencia no vale nada
Jaque mate gana la jugada
Yo termino a vatos de volada
Jaque mate, la batalla está ganada
Sediento de dinero, autos nuevos y mansiones
Y para conseguirlo voy sobrado en pantalones
Trescientas maldiciones cargo en el vocabulario
Con mi estilo blasfemo hago que se incline el Diablo
Llamado el emisario, aliado de la Muerte
Eterno sobre el suelo, ni lo sueñes, no lo intentes
Que para detenerme solo Dios omnipotente
Domina rima, okay, ahí te va
Cuando menos lo esperas, jaque mate, estoy al frente
Con las ideas bien claras, dando firme las pisadas
Adictivo y contagioso como gripa colombiana
Te pego más macizo que la buena María Juana
Como Finito López con la derecha volada
Mis puños te desarman y te truenan la quijada
Tu presencia no vale nada
Jaque mate gana la jugada
Yo termino a vatos de volada
Jaque mate, la batalla está ganada
Hazte a un lado, ahí viene el chavo con Babo
Viene pesado con estilo de psycho loco
Navegando calles de vago
Jaque mate sale caro, cuidado
Que en mi barrio hay vatos matones, canceros y malos
Les cantamos como paisas le cantan corridos a vatos difuntos
Viven aunque son enterrados, disparo techado, llamados cholos por mexicanos
Puro pedo, este vato es bien mexicano
Sinaloco, pregunta a la colonia Juárez
Por callejón del sapo con mis familiares
¿Cuáles quieren? Calen rima, del crimen salen mis jales
Acerca de la carrera, al fin aquí o en calles
Respeto a Babo, domina rima
El TUC de psycho, domina rima
De rucos, chavo, domina rima
De Los a México, ah-ah, ah-ah
Xeque Mate
Na minha consciência a essência das letras perfeitas
Ao saber da minha presença, todos ficam em alerta
Reconhecido como o primeiro por veteranos sólidos
Que guardam silêncio quando o microfone tá na minha mão
Sai pra lá, seus otários, que meu estilo machuca
E agora eu chego com o Jacken, psicopata louco te derruba
Não procure a saída, não tem onde se esconder
Xeque mate e eu te estourar, não se coloque na frente
Que nunca é suficiente, por maior que seja seu esforço
Eu faço trapaças no jogo que se aprende no inferno
Injeto meu veneno e analiso os movimentos
Desde a primeira jogada, xeque mate e deixo morto
Sua presença não vale nada
Xeque mate ganha a jogada
Eu acabo com os caras rapidão
Xeque mate, a batalha tá ganha
Sedento por grana, carros novos e mansões
E pra conseguir isso, vou sobrado nas calças
Trezentas maldições carrego no vocabulário
Com meu estilo blasfemo, faço o Diabo se curvar
Chamado de emissário, aliado da Morte
Eterno sobre a terra, nem sonhe, não tente
Que pra me parar só Deus onipotente
Domina a rima, ok, aí vai
Quando menos se espera, xeque mate, tô na frente
Com as ideias bem claras, pisando firme
Adictivo e contagioso como gripe colombiana
Te pego mais pesado que a boa Maria Juana
Como Finito López com a direita voadora
Meus punhos te desarmam e quebram sua mandíbula
Sua presença não vale nada
Xeque mate ganha a jogada
Eu acabo com os caras rapidão
Xeque mate, a batalha tá ganha
Sai pra lá, aí vem o cara com Babo
Vem pesado com estilo de psicopata louco
Navegando ruas de vagabundo
Xeque mate sai caro, cuidado
Que no meu bairro tem caras matadores, cancerosos e maus
Cantamos como paisas cantam corridos pra caras mortos
Vivem mesmo enterrados, tiro encoberto, chamados de cholos pelos mexicanos
Puro papo, esse cara é bem mexicano
Sinaloco, pergunta pra colônia Juárez
Pelo beco do sapo com meus familiares
Quais querem? Calem a rima, do crime saem meus corres
Sobre a carreira, aqui ou nas ruas
Respeito ao Babo, domina a rima
O TUC de psicopata, domina a rima
Dos velhos, cara, domina a rima
Do Los ao México, ah-ah, ah-ah
Composição: Jason D. Roberts, Eduardo Davalos de Luna, Román Leonardo Rodríguez López