Die Drei
Drei Reiter nach verlor'ner Schlacht,
wie reiten sie so sacht, so sacht,
aus tiefen Wunden quillt das Blut,
es spürt das Ross die warme Flut.
Vom Sattel läuft das Blut, vom Zaum
und spült hinunter Staub und Schaum;
die Rosse schreiten sanft und weich,
sonst flöss das Blut zu rasch, zu reich.
Die Reiter reiten dicht gesellt
und Einer sich am Andern hält.
Sie seh'n sich traurig ins Gesicht
und Einer um den Andern spricht:
"Mir blüht daheim die schönste Maid,
drum tut mein früher Tod mir leid."
"Hab Hof und Heim und dichten Wald
und sterben muss ich hier so bald."
"Hab nur den Blick in dieser Welt,
sonst nichts, doch schwer mir's sterben fällt..."
Und lauernd auf dem Todesritt
ziehn durch die Luft drei Geier mit,
die teilen kreischend unter sich:
"Den speisest Du, den Du, den ich!"...
Os Três
Três cavaleiros após a batalha perdida,
como eles montam tão devagar, tão devagar,
do fundo das feridas jorra o sangue,
o cavalo sente a quente corrente.
Do selim escorre o sangue, da rédea
que arrasta poeira e espuma;
os cavalos andam suaves e lentos,
caso contrário, o sangue fluiria rápido, em excesso.
Os cavaleiros montam juntos, bem próximos
um se apoia no outro.
Eles se olham tristes nos rostos
e um fala sobre o outro:
"Em casa, a mais linda donzela me espera,
d por isso lamento minha morte precoce."
"Tenho lar e casa e uma floresta densa
e preciso morrer aqui tão cedo."
"Só tenho o olhar neste mundo,
senão nada, mas é difícil morrer..."
E à espreita na cavalgada da morte
três urubus voam pelo ar,
e gritam entre si:
"Você alimenta este, você, eu!"...