Ni Te Voy a Contar (part. Dunguita)
Me bajo de la nube que no he dejado de mirar
Pero créeme mi amor no está tan fácil soltar
Llegaste tan de pronto que no supe mesurar
Lo que tenía escondido, tú me hiciste explotar
No me pidas ahora que te deje de abrazar
Es que entregué tanto de mí
Que el frío me comenzó a congelar
No me pidas ahora que intente apagar
El incendio que dejaste en ese día con tanta intensidad
Sígueme hablando bonito
Yo te juro, te voy a creer
Ay, trátame bien suavecito
Y no cuestiones que no hay razones
Solo intenciones
De entregarse y dejarse querer
Ven, cierra la puerta, que la noche se acerca
Y ni te voy a contar cuánto te voy a besar
Ven, cierra la puerta, que la noche se acerca
Y ni te voy a contar cuánto te voy a besar
Hey, Dunga
Me bajo de la nube que me mostraste al pasar
Mis manos por tu cintura y te pusiste a bailar
Y con tanta soltura me empezaste a llevar
Por caminos por los que no me atrevía a pasar
Sígueme hablando bonito
Yo te juro te voy a creer
Ay, trátame bien suavecito
Y no cuestiones que no hay razones
Solo intenciones
De entregarse y dejarse querer
Ven, cierra la puerta, que la noche se acerca
Y ni te voy a contar cuánto te voy a besar
Ven, cierra la puerta, que la noche se acerca
Y ni te voy a contar cuánto te voy a besar
No le demos tanta vuelta y suelta la rienda
De todo lo que pueda pasar
Mira que el tiempo no espera de todas maneras
Las cosas se ponen a andar
Ven, cierra la puerta, que la noche se acerca
Y ni te voy a contar cuánto te voy a besar
Ven, cierra la puerta, que la noche se acerca
Y ni te voy a contar cuánto te voy a besar
Ven, cierra la puerta, que la noche se acerca
Y ni te voy a contar cuánto te voy a besar
Ven, cierra la puerta, que la noche se acerca
Y ni te voy a contar cuánto te voy a besar
Nem Vou Te Contar (part. Dunguita)
Eu desço da nuvem que não parei de olhar
Mas acredita, meu amor, não é tão fácil soltar
Você chegou tão de repente que não soube mensurar
O que eu tinha escondido, você me fez explodir
Não me pede agora pra eu parar de te abraçar
É que entreguei tanto de mim
Que o frio começou a me congelar
Não me pede agora pra eu tentar apagar
O incêndio que você deixou naquele dia com tanta intensidade
Continue falando bonito
Eu te juro, vou acreditar
Ai, me trate bem devagarinho
E não questione que não há razões
Só intenções
De se entregar e deixar-se amar
Vem, fecha a porta, que a noite tá chegando
E nem vou te contar quanto vou te beijar
Vem, fecha a porta, que a noite tá chegando
E nem vou te contar quanto vou te beijar
Hey, Dunga
Eu desço da nuvem que você me mostrou ao passar
Minhas mãos na sua cintura e você começou a dançar
E com tanta leveza você começou a me levar
Por caminhos que eu não me atrevia a passar
Continue falando bonito
Eu te juro, vou acreditar
Ai, me trate bem devagarinho
E não questione que não há razões
Só intenções
De se entregar e deixar-se amar
Vem, fecha a porta, que a noite tá chegando
E nem vou te contar quanto vou te beijar
Vem, fecha a porta, que a noite tá chegando
E nem vou te contar quanto vou te beijar
Não vamos dar tantas voltas e solta a rédea
De tudo que pode acontecer
Olha que o tempo não espera de jeito nenhum
As coisas começam a andar
Vem, fecha a porta, que a noite tá chegando
E nem vou te contar quanto vou te beijar
Vem, fecha a porta, que a noite tá chegando
E nem vou te contar quanto vou te beijar
Vem, fecha a porta, que a noite tá chegando
E nem vou te contar quanto vou te beijar
Vem, fecha a porta, que a noite tá chegando
E nem vou te contar quanto vou te beijar
Composição: Casandra Paz Vargas Naranjo