
O Eterno Quase
Cássia Raquel
Ninguém sabe do meu passado
De falsos sempre estou rodeado
Sou só mais um
Já cansei de ser o bonzinho
Aprendi que o mundo é um moinho
Me disfarcei de homem comum
Não me arrependo, faria de novo
Dente por dente, olho por olho
Uma pena que não deu tempo
De te enforcar, asfixiar
Você merece esse pesadelo
Desde o dia em que roubou meu emprego
Não sobrou vaga naquele elenco
Que eu me esforcei pra entrar
Você sabia que era meu projeto
E fez de tudo pra me apagar
Eu te ajudei estudando as falas
Nem pra assistir pode me convidar
E hoje finge que não me conhece
Podia ao menos me indicar
Cansei de ir até a final pra nada
Na trave sempre estou a esbarrar
É quase bom, é quase nada
É quase sim, é o fim da estrada
É quase noite, é madrugada
Mais um degrau, caí da escada
Nadei, nadei, morri na praia
Azar ou sorte, uma cilada
Sou um talvez, alma penada
Desilusão, porta fechada
É quase bom, é quase nada
É quase sim, é o fim da estrada
É quase noite, é madrugada
Mais um degrau, caí da escada
Nadei, nadei, morri na praia
Azar ou sorte, uma cilada
Sou um talvez, alma penada
Pra quê insistir? O eterno quase sou eu!
Ô



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