Lagrimas de Hielo
Idioma universal, sin mitos ni ortografías
Mundo de cristal
Vaciando garantías sin historia
Sin historia
Buscando en mis cajones, encontré tu lugar
(Recordé tus palabras: Para dónde es que vas)
Paseando en mis razones, viaje en tu perfil
(Recordando tu mirada, juraría verte aquí)
Llano efimeral, nació en tus ojos la promesa de morir en ti
Hoy muero en ti
La fusión de soledad, un manantial de amor
Hoy me pesa, mi verdad, si ya no vienes
No es extraño, nada para mí
En la historia de un hombre siempre hay lunas
Para contemplar un sueño al despertar y más
Si tu vida y mi vida fueran cielo y mar
Pareciera fusionarse en la distancia
Sueña y verás que puedes tú siempre volar
Y siempre podrás si ríes ante el volcán
Que quiere estallar así, ya no dudes más
Haciendo erupción, epicentro en mi interior
Frío Sol, no deshiela mi alma
Frío Sol, mi verdad nocturna
Frío Sol, frío eterno
Sueña y verás que puedes tú siempre volar
Y siempre podrás si ríes ante el volcán
Que quiere estallar así, ya no dudes más
Haciendo erupción, epicentro en mi interior
Frío Sol, no deshiela mi alma
Frío Sol, mi verdad nocturna
Frío Sol, frío eterno
Danza de neuronas, logística en la selva
Negra, voluntad a medias, reflejar
De una libertad en minusválida
(Jauría es a Luna llena y mar)
Al parecer hay en tu sangre sinceridad sin formular
Grito al unísono en un abismo virtual será
Para amar
Vuela y verás que puedes tú siempre soñar
Y siempre podrás si ríes ante el volcán
Que quiere estallar así, ya no dudes más
Haciendo erupción, epicentro en mi interior
Frío Sol, lágrimas de hielo
Frío Sol, beso bajo cero
Gira el Sol, frío giro inverso
Lágrimas de Gelo
Idioma universal, sem mitos nem ortografias
Mundo de cristal
Esvaziando garantias sem história
Sem história
Buscando nas minhas gavetas, encontrei seu lugar
(Lembrei das suas palavras: Pra onde é que você vai?)
Passeando nas minhas razões, viajei no seu perfil
(Recordando seu olhar, juraria te ver aqui)
Planície efêmera, nasceu nos seus olhos a promessa de morrer em você
Hoje morro em você
A fusão da solidão, um manancial de amor
Hoje pesa, minha verdade, se você não vem mais
Não é estranho, nada pra mim
Na história de um homem sempre há luas
Pra contemplar um sonho ao acordar e mais
Se sua vida e minha vida fossem céu e mar
Pareceria se fundir na distância
Sonhe e verá que você pode sempre voar
E sempre poderá se rir diante do vulcão
Que quer explodir assim, não duvide mais
Fazendo erupção, epicentro em meu interior
Frio Sol, não descongela minha alma
Frio Sol, minha verdade noturna
Frio Sol, frio eterno
Sonhe e verá que você pode sempre voar
E sempre poderá se rir diante do vulcão
Que quer explodir assim, não duvide mais
Fazendo erupção, epicentro em meu interior
Frio Sol, não descongela minha alma
Frio Sol, minha verdade noturna
Frio Sol, frio eterno
Dança de neurônios, logística na selva
Negra, vontade pela metade, refletir
De uma liberdade em deficiência
(Manada é a Lua cheia e o mar)
Parece que há em seu sangue sinceridade sem fórmula
Grito em uníssono em um abismo virtual será
Pra amar
Voe e verá que você pode sempre sonhar
E sempre poderá se rir diante do vulcão
Que quer explodir assim, não duvide mais
Fazendo erupção, epicentro em meu interior
Frio Sol, lágrimas de gelo
Frio Sol, beijo abaixo de zero
Gira o Sol, giro frio inverso
Composição: Flávio Miranda, Lupita Acuña, Alejandro Tornero, Claudio Cordero, Luis Alfonso Vidales, Pepe Torres, José Antonio Bringas