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Fantasmas (part. La Esfinge)
Cristian Castro
Fantasmas (part. La Esfinge)
Fantasmas (part. La Esfinge)
Os fantasmas me veem enquanto estou dormindoLos fantasmas me ven mientras estoy durmiendo
Não consigo tirá-los, eles entram em mimNo los puedo sacar se me meten adentro
E mesmo querendo gritar, eles se aproximam rosnandoY aunque quiero gritar se me acercan gruñendo
Chegam na escuridão, querem me assustarLlegan en la oscuridad, me quieren asustar
Os fantasmas estão aqui, sinto a presença delesLos fantasmas están siento aquí su presencia
Não querem me deixar, hoje vão me levarNo me quieren dejar hoy me van a llevar
Nenhuma dignidade, nenhuma resistênciaNinguna dignidad, ninguna resistencia
Nenhuma origem, nenhuma habilidadeNinguna procedencia, ninguna habilidad
Não têm pena nem sorte, são um corpo inerte, não podem amarNo tienen pena y suerte, son un cuerpo inerte, no pueden amar
E o canto da morte os faz dançarY el cantar de la muerte los pone a bailar
Eu sou clarividente e assim com a mente os posso chamarYo soy clarividente y así con la mente los puedo llamar
Mas é preciso ter coragem, eles entram e nunca mais vão emboraPero hay que ser valiente, los dejan entrar y ya nunca se van
A insônia faz você pensar em coisas muito estranhasEl insomnio te da a pensar cosas muy raras
E te joga de volta onde começa o nadaY te vuelve a aventar donde empieza la nada
Não quero nomeá-los e cair na armadilhaNo los quiero nombrar y caer en la trampa
O silêncio é imortal na sua guerra ancestralEl silencio es inmortal en su guerra ancestral
Os fantasmas estão dentro da minha cabeçaLos fantasmas están dentro de mi cabeza
Não me deixam pensar, não me deixam mudarNo me dejan pensar, no me dejan cambiar
Nenhuma dignidade, nenhuma resistênciaNinguna dignidad, ninguna resistencia
Nenhuma origem, nenhuma habilidadeNinguna procedencia, ninguna habilidad
Não têm pena nem sorte, são um corpo inerte, não podem amarNo tienen pena y suerte, son un cuerpo inerte, no pueden amar
E o canto da morte os faz dançarY el cantar de la muerte los pone a bailar
Eu sou clarividente e assim com a mente os posso chamarYo soy clarividente y así con la mente los puedo llamar
Mas é preciso ter coragem, eles entram e nunca mais vão emboraPero hay que ser valiente, los dejan entrar y ya nunca se van
Não têm pena nem sorte, são um corpo inerte, não podem amarNo tienen pena y suerte, son un cuerpo inerte, no pueden amar
E o canto da morte os faz dançarY el cantar de la muerte los pone a bailar
Eu sou clarividente e assim com a mente os posso chamarYo soy clarividente y así con la mente los puedo llamar
Mas é preciso ter coragem, eles entram e nunca mais vão emboraPero hay que ser valiente, los dejan entrar y ya nunca se van



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