Moiras (part. La Esfinge)
El destino decidirán
Las moiras poseen
Tu fortuna fatal
Maleficio, el ojo hablará
Lamias, dragones
Del azar
Se oyen murmurar
Las puedo escuchar
Sus risas me condenan
Su instinto es voraz
Y sin avisar
Las parcas firman tu final
Nornas, nornas, nornas, nornas
Tu hilo de vida tejerán
Sus sombras divinas
Sus sombras en mí
Vuelve Medusa
Rostro de piedra
Vuelve a la santería
Un velo mortal nos cubrirá
Herética, poción fatal
Brujas
Vuelan
Por los
Cielos
Llega la maldición
Cinco colas de conejo
Uñas de dos gatos negros
Patas, ojos de cordero
Pelo y corazón de ciervo
Picos y garras de cuervo
Sangre y cuernos de carnero
Media adelfa, medio acebo
Todo junto en un caldero
Tu infortuna
Llega la maldición
Llega la maldición
Clotho con la rueca
Decima la que echa la suerte
Atropos la que corta el hilo idílico
Quiero oro y seda
No esta lana negra
Moiras (part. A Esfinge)
O destino decidirão
As moiras possuem
Sua fortuna fatal
Malefício, o olho falará
Lamias, dragões
Do acaso
Se ouvem sussurrar
Consigo escutar
Suas risadas me condenam
Seu instinto é voraz
E sem avisar
As parcas assinam seu final
Nornas, nornas, nornas, nornas
Seu fio de vida tecerão
Suas sombras divinas
Suas sombras em mim
Volta Medusa
Rosto de pedra
Volta à santeria
Um véu mortal nos cobrirá
Herética, poção fatal
Bruxas
Voam
Pelos
Céus
Chega a maldição
Cinco caudas de coelho
Unhas de dois gatos pretos
Patas, olhos de cordeiro
Cabelo e coração de cervo
Bicos e garras de corvo
Sangue e chifres de carneiro
Meia adelfa, meio azevinho
Tudo junto em um caldeirão
Sua desgraça
Chega a maldição
Chega a maldição
Clotho com a roca
Decima a que lança a sorte
Atropos a que corta o fio idílico
Quero ouro e seda
Não essa lã negra
Composição: Cristian Castro