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Purgatório (part. A Esfinge)

Cristian Castro

Purgatorio (part. La Esfinge)

Como Dante he empezado a descender
Hasta ese valle tan distante
Se oye un canto en la selva más oscura
Un aullido un llanto de ultratumba

Después de todo no soy tan indiferente
Hoy no he podido resistir la tentación
De caer al limbo al mar de tus lamentos
Amar es tan violento lava ardiente

Aquí no hay tiempo no hay gravedad
Lo único vivo el único amigo
Es el viento

Todas las almas se irán
Sé que por fin ha llegado el momento
Ya no quiero regresar
Me voy al infierno

No me espanta voy de frente hacia el abismo
El primer monarca es mi egoísmo
El demonio ha venido aquí por mí
Siento que me lleva muy lejos de aquí

Después de todo no soy tan indiferente
Hoy no he podido resistir la tentación
De caer al limbo al mar de tus lamentos
Amar es tan violento lava ardiente

Aquí no hay tiempo no hay gravedad
Lo único vivo el único amigo
Es el viento

Todas las almas se irán
Sé que por fin ha llegado el momento
Ya no voy a regresar

Purgatório (part. A Esfinge)

Como Dante, comecei a descer
Até aquele vale tão distante
Se ouve um canto na selva mais escura
Um uivo, um choro de além-túmulo

Depois de tudo, não sou tão indiferente
Hoje não consegui resistir à tentação
De cair no limbo, no mar dos teus lamentos
Amar é tão violento, lava ardente

Aqui não há tempo, não há gravidade
O único vivo, o único amigo
É o vento

Todas as almas vão se embora
Sei que finalmente chegou o momento
Já não quero voltar
Vou para o inferno

Não me assusta, vou de frente pro abismo
O primeiro monarca é meu egoísmo
O demônio veio aqui por mim
Sinto que me leva muito longe daqui

Depois de tudo, não sou tão indiferente
Hoje não consegui resistir à tentação
De cair no limbo, no mar dos teus lamentos
Amar é tão violento, lava ardente

Aqui não há tempo, não há gravidade
O único vivo, o único amigo
É o vento

Todas as almas vão se embora
Sei que finalmente chegou o momento
Já não vou voltar

Composição: Cristian Castro