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Chorando Dentro de Espelhos Plagados

Castrum

Weeping Inside Plagued Mirrors

Bloodthirtsy pleasures fulfiled
By lecherous act in wood
My eyes lust for thee
To touch your breast below moon
Devouring impulse whishes grace
While trees sway and throw thrill
My veins bleed for you to drain them
In this crepuscular eve

She is now my bride

Inquisitive she beholds
Lightness and darkness clash
In burial-case I suffered her death
And felt the burnt flesh
Magnificience she wanted to see
Her desire and agony
Beautiful now she falls asleep
Entwined in ebony

Bizarre fear in these chambers of filth
By rising sunlight we shall feel
Benighted shadows - bemoan wolves
It seems they wilt
For something that once we have lost
"HER INNOCENCE"... dark is my will...

She will always be
Within my plagued eyes
Inside elysian waived weeping sky
Ghosts and wraiths moan
Serenade of night

Beloved Mirna - Angelic flight
Behind the mask of dusk
Sunrise she scorns
Queen of lycantrophy, moonlight and woe

Farewell my princess
Light endowed to thee dress of dawn
Our love must die in midnight sins
We are torn asunder by his sunrising crown

Dulcet lips I will never again kiss
Below cobwebly entwined breeze
With darkness enclosed on thy sea and shore
I shall love you eternaly... forever more...

Winter quietly knits nupital dress of snow
And wakes up lust written in send
Awhile my pupils red glow
In black heart of night I am condemned

On her dead lips
I am laying down the petals of a rose
And releasing from the shores of my heaven
Where angel cries
In dark winterskies
Forever...
She shall breathe in each fall
As I walk through them.

My eyes are living ember
Which is weeping upon her soul
In this land of cobweb
Love will never again grow
Winter is bringing gentle touch of princess hand
Dolorous... in eyrie
Immortal there I stand

Fallen bride is all that I see
She shall come to plug-out the pain
Enthralled with beauty in her swirl... again
As winter whispers I remain

This nocturnal art
Is yet undone
Waiting for innocence
To enter and run
Through our woods
Of this nature unbound
Drained flesh
Rising sunlight shall find
Behind blue hell
Black candles we hold
Those who desecrate our kingdom
Dark shall enfold...

Push away me from their cliff
On shores of emptiness
Again we shall arose within
Asleepen waves and veins of thee

Together we shall awake within
Asleepen waves and veins of thee

Chorando Dentro de Espelhos Plagados

Prazeres sedentos realizados
Por atos lascivos na madeira
Meus olhos desejam por ti
Tocar teu seio sob a lua
Impulso devorador deseja graça
Enquanto as árvores balançam e provocam emoção
Minhas veias sangram para que me drenes
Nesta noite crepuscular

Ela agora é minha noiva

Inquisitiva, ela observa
A leveza e a escuridão colidem
No caixão eu sofri sua morte
E senti a carne queimada
A magnificência que ela queria ver
Seu desejo e agonia
Linda, agora ela adormece
Enlaçada em ébano

Medo bizarro nestas câmaras de imundície
Pela luz do sol nascente, sentiremos
Sombras sombrias - lamentos de lobos
Parece que murcham
Por algo que uma vez perdemos
"A INOCÊNCIA DELA"... escura é minha vontade...

Ela sempre estará
Dentro dos meus olhos plagados
Dentro do céu elísio de lágrimas
Fantasmas e espectros gemem
Serenata da noite

Amada Mirna - Voo angelical
Atrás da máscara do crepúsculo
O nascer do sol ela despreza
Rainha da licantropia, luz da lua e dor

Adeus, minha princesa
Luz concedida a ti, vestido da aurora
Nosso amor deve morrer em pecados da meia-noite
Estamos rasgados pela coroa do sol nascente

Lábios doces que nunca mais beijarei
Sob a brisa entrelaçada de teias de aranha
Com a escuridão enclausurada em teu mar e costa
Eu te amarei eternamente... para sempre...

O inverno silenciosamente tece o vestido nupcial de neve
E desperta a luxúria escrita na areia
Enquanto minhas pupilas brilham em vermelho
No coração negro da noite, estou condenado

Sobre seus lábios mortos
Estou deitando as pétalas de uma rosa
E liberando das margens do meu céu
Onde o anjo chora
Nos céus invernais escuros
Para sempre...
Ela respirará em cada queda
Enquanto eu caminho por elas.

Meus olhos são brasas vivas
Que choram sobre sua alma
Nesta terra de teias de aranha
O amor nunca mais crescerá
O inverno traz o toque suave da mão da princesa
Doloroso... em ninho
Imortal, lá estou

A noiva caída é tudo que vejo
Ela virá para arrancar a dor
Cativada pela beleza em seu giro... novamente
Enquanto o inverno sussurra, eu permaneço

Esta arte noturna
Ainda está por terminar
Esperando pela inocência
Para entrar e correr
Por nossas florestas
Desta natureza sem limites
Carne drenada
A luz do sol nascente encontrará
Atrás do inferno azul
As velas negras que seguramos
Aqueles que profanam nosso reino
A escuridão nos envolverá...

Afaste-me de seu penhasco
Nas margens do vazio
Novamente nos levantaremos dentro
Ondas adormecidas e veias de ti

Juntos, despertaremos dentro
Ondas adormecidas e veias de ti

Composição: