Fountain Of Innocence
Fountain of youth, lifespirit flows
into a well of truths, of cold and dim repose.
I craved to be as high as the pillowy clouds,
to walk amongst the tall, who used to look back down and frown.
[Chorus:]
Now here I stand by the wasteland, where our dreams began.
From these once golden fields our curiosity ran...
I chased the sugar claw through temptation's door,
the bitterness I found...sweetness I taste no more
From the play ground to the slayground,
the sombre middleground absords the emptiness.
[Chorus 2:]
Look back across the marble sea of discovery,
a fountain of innocent flows in juvenescence.
I'm resident in corridors of sentiment.
I face the wall - discovery terminal,
but there's no more false truths I wish to discover,
and I am physically unable, to tread back down those corridors.
Fountain of youth, oh how I bathed in your innocence,
and now in cold repose, I must face the bitter truth...
Fonte da Inocência
Fonte da juventude, o espírito da vida flui
em um poço de verdades, de um descanso frio e sombrio.
Eu desejava estar tão alto quanto as nuvens fofas,
passear entre os altos, que costumavam olhar pra baixo e franzir a testa.
[Refrão:]
Agora aqui estou, à beira da terra arrasada, onde nossos sonhos começaram.
Desses campos outrora dourados, nossa curiosidade correu...
Eu persegui a garra açucarada pela porta da tentação,
a amargura que encontrei... a doçura não sinto mais.
Do parquinho ao campo de batalha,
o sombrio meio-termo absorve o vazio.
[Refrão 2:]
Olhe de volta através do mar de mármore da descoberta,
uma fonte de inocência flui na juventude.
Sou residente nos corredores do sentimento.
Encaro a parede - terminal da descoberta,
mas não há mais falsas verdades que eu queira descobrir,
e eu sou fisicamente incapaz de voltar por esses corredores.
Fonte da juventude, oh como eu me banhei na sua inocência,
e agora, em descanso frio, eu devo encarar a amarga verdade...
Composição: Garry Jennings / Lee Dorrian