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Caverna da Inércia

Cathedral

Inertia's Cave

Inertia's cave surrounds my heart
Stalactites crashing down
In stinking shades delusion cascades
Of torment, yes i crave
Here with the snakes
My venom dehydrates
Into my stream i hear your scream
Sucking at my veins

My final plea, enveloped
In rapture seething
Inertia's cave dementia echoes
From the ceiling
Staring down, heavens eyes are bleeding from black stars
In crimson rain, seasons blend in cold arms dying
Where flowers die, my spirit thrives
I glisten in your pain

The burning eyes of truth devise
The torture master plan
Mythology
Poisoned reality
Rattling bones
Festering insane

My final plea, enveloped
In rapture seething
Inertia's cave dementia echoes
From the ceiling
Staring down, heavens eyes are bleeding from black stars
In crimson rain, seasons blend in cold arms dying

Light my way
Through the weeping veil
Violet seas
Autumn bride we sail
Kiss the wind
Rejoice on wave of grave
Desolate face
Torment now erased

Copper sunsets
Metal shore of hope alive
Under clouds of thorns
Frozen moon
Tranquil through the mist of pain
To you we sail...

Frail is the mind
Who lets me inside
Now your blood runs cold
A parasite at your feast prepared
For wealth decay
The withered wreath
Your weakness made for you
Before your time society
Will take this from you too!

My final plea, enveloped in rapture seething
Inertia's cave - dementia echoes
From the ceiling
Staring down, heavens eyes are bleeding from black stars
In crimson rain, seasons blend in cold arms dying

Light my way
Through the weeping veil
Violet seas
Autumn bride we sail
Kiss the wind
Rejoice on wave of grave
Desolate face
Torment now erased
... ...dancefloor dementia...

Caverna da Inércia

A caverna da inércia envolve meu coração
Estalactites caindo
Em sombras fétidas, a ilusão se derrama
De tormento, sim, eu anseio
Aqui com as cobras
Meu veneno desidrata
No meu fluxo eu ouço seu grito
Sugando minhas veias

Meu último apelo, envolto
Em êxtase fervente
Na caverna da inércia, a demência ecoa
Do teto
Olhando pra baixo, os olhos do céu sangram estrelas negras
Na chuva carmesim, as estações se misturam em braços frios morrendo
Onde flores morrem, meu espírito prospera
Eu brilho na sua dor

Os olhos ardentes da verdade elaboram
O plano de tortura
Mitologia
Realidade envenenada
Ossos tilintando
Fervendo de insanidade

Meu último apelo, envolto
Em êxtase fervente
Na caverna da inércia, a demência ecoa
Do teto
Olhando pra baixo, os olhos do céu sangram estrelas negras
Na chuva carmesim, as estações se misturam em braços frios morrendo

Ilumine meu caminho
Através do véu que chora
Mares violetas
Noiva do outono, navegamos
Beije o vento
Regocije-se na onda do túmulo
Rosto desolado
Tormento agora apagado

Pôr do sol cobre
Costa metálica da esperança viva
Sob nuvens de espinhos
Lua congelada
Tranquilo através da névoa da dor
Para você navegamos...

Frágil é a mente
Que me deixa entrar
Agora seu sangue está frio
Um parasita na sua festa preparado
Para a decadência da riqueza
A coroa murcha
Sua fraqueza feita para você
Antes do seu tempo, a sociedade
Vai tirar isso de você também!

Meu último apelo, envolto em êxtase fervente
Na caverna da inércia - a demência ecoa
Do teto
Olhando pra baixo, os olhos do céu sangram estrelas negras
Na chuva carmesim, as estações se misturam em braços frios morrendo

Ilumine meu caminho
Através do véu que chora
Mares violetas
Noiva do outono, navegamos
Beije o vento
Regocije-se na onda do túmulo
Rosto desolado
Tormento agora apagado
... ...demência na pista de dança...

Composição: Garry Jennings / Lee Dorrian