El Bocal
No hay mirada mas linda
Que la de un criollo bagual
Con su crinera enredada
Esperando rienda y bocal
En el palenque, clavado
Frente a la estancia, el zorzal
Cuantas golpeadas de potro
Que allí se ataran el bocal
Y así salían en corcovos
Hasta el desarrollo del potro
Y entonces el bocal, colgadito
En la jamada esperava por outro
Cuando los dias se ivan
Y el trabajo lo hacía redomón
El domero, domingueando salía
Al pueblito, de su gaucho rincón
Al bocal, que hace del potro
Tchê caballo del hombre campero
En esos versos, un regalo sencillo
Que le entrega de alma, un domero
El Bocal
Não há look mais bonito
Do que o de um crioulo bagual
Com sua juba emaranhada
Esperando por rédea e boca
No palenque, pregado
Na frente da sala, o tordo
Quantas batidas de potro
Que ali amarraram o bocal
E então eles saíram em corcovos
Até o desenvolvimento do potro
E então o bocal, desligou
Na jamada esperei por outro
Quando os dias vão
E o trabalho estava feito
No domingo, no domingo ele saiu
Para a pequena cidade, do canto gaúcho
Para o bocal, quem faz o potro
Cavalo tchê do homem campero
Nesses versos, um presente simples
Isso dá a ele sua alma, um dominó
Composição: Juliano Gomes / Leonel Gomez / Rogério Ávila / Rogério Melo