Tradução gerada automaticamente

El Bocal
Catherine Vergnes
El Bocal
El Bocal
Não há look mais bonitoNo hay mirada mas linda
Do que o de um crioulo bagualQue la de un criollo bagual
Com sua juba emaranhadaCon su crinera enredada
Esperando por rédea e bocaEsperando rienda y bocal
No palenque, pregadoEn el palenque, clavado
Na frente da sala, o tordoFrente a la estancia, el zorzal
Quantas batidas de potroCuantas golpeadas de potro
Que ali amarraram o bocalQue allí se ataran el bocal
E então eles saíram em corcovosY así salían en corcovos
Até o desenvolvimento do potroHasta el desarrollo del potro
E então o bocal, desligouY entonces el bocal, colgadito
Na jamada esperei por outroEn la jamada esperava por outro
Quando os dias vãoCuando los dias se ivan
E o trabalho estava feitoY el trabajo lo hacía redomón
No domingo, no domingo ele saiuEl domero, domingueando salía
Para a pequena cidade, do canto gaúchoAl pueblito, de su gaucho rincón
Para o bocal, quem faz o potroAl bocal, que hace del potro
Cavalo tchê do homem camperoTchê caballo del hombre campero
Nesses versos, um presente simplesEn esos versos, un regalo sencillo
Isso dá a ele sua alma, um dominóQue le entrega de alma, un domero



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