Tradução gerada automaticamente

La Galponera
Catherine Vergnes
A Galponera
La Galponera
A chamamé chamaméLa llaman la galponera
E é milonga de fogãoY es milonga de fogón
Que vive na mataQue lo mismo vive a monte
Se negam o galpãoSi le niegan el galpón
A montonera a arrastouLa arrastró la montonera
Quando o campo se agitouCuando el llano corcoveó
E teve um nó de orientaisY hubo un nudo de orientales
Lança, trabuco e facãoLanza, trabuco y facón
Foi capataz de sargentoFue capataz de sargento
De comandante o patrãoDe comandante el patrón
E os peões de melicosY los peones de melicos
Sai de lá se era um primorSalga de a’i si era un primor
E onde tivesse uma guitarraY ande hubiera una guitarra
E algum trovador de corY algún pardo trovador
A galponera, pra todosLa galponera, pa tuitos
General de divisão!General de división!
Na paz, como nas guerrasEn la paz, como en las guerras
Apeligrando viveuApeligrando vivió
Entre guampas de franqueirosEntre guampas de franqueros
E horquetada a um redomónY horquetada a un redomón
O carinho dos mensaisEl cariño e los mensuales
Fez um lugar no galpãoLe hizo un sitio en el galpón
Com as roupas de domingoCon las pilchas domingueras
E o recadinho cantorY el recadito cantor
Nela meus índios molhamEn ella mojan mis indios
Os olhos de sua cançãoLos ojos de su canción
Cruda pra os sacrifíciosCruda pa los sacrificios
E curtida pál amorY curtida pál amor
A chamam a galponeraLa llaman la galponera
E é milonga de fogãoY es milonga de fogón
Que vive na mataQue lo mismo vive a monte
Se negam o galpãoSi le niegan el galpón



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