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Um Segundo

Cecilia Ann

Un Segundo

Yo siempre intento guardar el aire,
Como una pompa de jabón.
Aguanto mientras me toca alguien,
Cuando se acerca a ver quien soy.
Espero ser brillante y deslumbrar
A quien me ve aunque después la luz se aparte
Y una persona vuelve a ser.
Y todo esto en un segundo,
Un instante de placer, descubrir un nuevo mundo,
Donde desaparecer.

Convertir mi cuerpo en agua
E inundar mi habitación, alcanzar todo el espacio,
Transformarlo en mi interior.
Introducirme en un paisaje, dibujado en la pared,
Preguntar a ver quien sale, si s hora de volver.
Y todo esto en un segundo, un instante de placer descubrir,
Descubrir un nuevo mundo, donde desaparecer.
Ser fugaz pero nunca oculto, observar para escoger,
Pero siempre en un segundo, debe ser con rapidez

Um Segundo

Eu sempre tento guardar o ar,
Como uma bolha de sabão.
Eu aguento enquanto alguém me toca,
Quando se aproxima pra ver quem sou.
Espero brilhar e deslumbrar
Quem me vê, mesmo que depois a luz se apague
E uma pessoa volte a ser.
E tudo isso em um segundo,
Um instante de prazer, descobrir um novo mundo,
Onde desaparecer.

Transformar meu corpo em água
E inundar meu quarto, alcançar todo o espaço,
Transformá-lo em meu interior.
Me introduzir em uma paisagem, desenhada na parede,
Perguntar pra ver quem sai, se é hora de voltar.
E tudo isso em um segundo, um instante de prazer descobrir,
Descobrir um novo mundo, onde desaparecer.
Ser fugaz, mas nunca oculto, observar pra escolher,
Mas sempre em um segundo, deve ser com rapidez.

Composição: