Tradução gerada automaticamente
El As de Los Ases
Celedonio Flores
O As dos Ases
El As de Los Ases
A moça mais linda do bairro de beira de rio,La moza más linda del barrio orillero,
Bonita e com fama de alegre e sedutora,Bonita y con fama de alegre y coqueta,
Que foi a amada daquele violonistaQue fue la querida de aquel guitarrero
Malandro e vagabundo, cantor e poeta.Matón y biabista, cantor y poeta.
Tristemente evoca a lembrança queridaTristemente evoca el recuerdo querido
De amores distantes e triunfos passageiros,De amores lejanos y triunfos fugaces,
É que ela não ignora que teve um maridoEs que ella no ignora que tuvo un marido
Que foi, entre os bonitões, o as dos ases.Que fue, entre los guapos, el as de los ases.
O as porque nunca nos entreverosEl as porque nunca en los entreveros
O viram os pais se encolherem de medo,Lo vieron los taitas ponerse amarillo,
Se entregou por inteiro e sua ágil jogadaSe dio todo entero y su ágil visteada
Terminou na marca de sua fiel faca.Remató en la marca de su fiel cuchillo.
E quando cantava, parecia maisY cuando cantaba, más bien parecía
Seu canto uma ira, uma protesto de dor,Su canto una airada protesta de pena,
Para a namorada ingrata, que não o queria,A la novia mala, que no lo quería,
E para sua mãezinha, velhinha e boa.Y a su madrecita, viejcita y buena.
O destino ingrato, que não teve carinhoEl destino ingrato, que no tuvo halago
Para sua existência miserável e atravessada,Para su existencia ruin y atravesada,
Tradicionalmente se acreditou um resquícioTradicionalmente se creyó un rezago
De gaúcho bandido, perseguido e paria.De gaucho bandido, perseguido y paria.
Por isso nas noites quentes de luaPor eso en las noches templadas de luna
Dedilhou sua viola sob o pergoladoPulsó su vigüela bajo el emparrado
E em uma milonga desfolhou, uma a uma,Y en una milonga deshojó, una a una,
As rosas murchas do velho passado.Las rosas marchitas del viejo pasado.
Por isso a viola já não é na salaPor eso la viola ya no es en la pieza
Nada mais que um móvel que enfeita luxuoso.Nada más que un mueble que adorna lujoso.
Seu dono, uma noite, em proeza gaúchaSu dueño, una noche, en gaucha proeza
Caiu sob o chumbo mortal de um vagabundo.Cayó bajo el plomo mortal de un bufoso.
Por isso a moça do bairro de beira de rio,Por eso la moza del barrio orillero,
Bonita e com fama de alegre e sedutora,Bonita y con fama de alegre y coqueta,
Lembra de seu bonito, aquele violonista,Recuerda a su guapo, aquel guitarrero,
Cantor e vagabundo, malandro e poeta.Cantor y biabista, matón y poeta.



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