A Grey Wasteland
Among the desolate remains I walk forsaken through pools of acid rain.
Torture awaits me in my final hour. Sulphuric clouds gaze down on my dismay.
I cannot go on any longer.
Surrender is not an option when my enemy is the very land I walk on.
Dry blood drenched with tears of despair,
echoes of my own screams return to me through the frozen air
Every time I close my eyes I wish I could never open them again
I wish I could die and put this misery to an end.
Too weak to think, too spent to act
As I await my death...
The final breath is one of infinite depth.
The grey wasteland around me mocks my solemn corpse,
Writhing in pain and consternation forever with no way out.
I await the rot, to perish.
I cannot go on any longer.
Dry blood drenched with tears of despair,
echoes of my own screams return to me through the frozen air
Every time I close my eyes I wish I could never open them again
I wish I could die and put this misery to an end.
Uma Terra Cinzenta
Entre os restos desolados, eu caminho abandonado por poças de chuva ácida.
A tortura me aguarda na minha hora final. Nuvens de enxofre olham para minha desgraça.
Não consigo continuar por mais tempo.
Desistir não é uma opção quando meu inimigo é a própria terra em que piso.
Sangue seco encharcado com lágrimas de desespero,
ecos dos meus próprios gritos retornam a mim pelo ar congelado.
Toda vez que fecho os olhos, desejo nunca mais abri-los.
Queria poder morrer e acabar com essa miséria.
Fraco demais para pensar, exausto para agir
Enquanto espero pela minha morte...
O último suspiro é um de profundidade infinita.
A terra cinzenta ao meu redor zomba do meu corpo solene,
Contorcendo-se em dor e consternação para sempre sem saída.
Aguardo a podridão, para perecer.
Não consigo continuar por mais tempo.
Sangue seco encharcado com lágrimas de desespero,
ecos dos meus próprios gritos retornam a mim pelo ar congelado.
Toda vez que fecho os olhos, desejo nunca mais abri-los.
Queria poder morrer e acabar com essa miséria.