Tradução gerada automaticamente
Grief To Obscuro
Cenotaph (Mexico)
Grief To Obscuro
Awakening the rage from black rays of hate
the years form the season of my existence
were entombed into dreams of winter whispers into their cold hands the day will drown
within the falmes of the awakening rage.
Seduced for caress of bitter winter whispers
the winds of reality change to freeza snow
as cold as my death feelings
The ruins of the fountain where seeds of life born
with the wind is gone though the gates of words
written in poemas of views from the awakening rage
Whispers of winters poems
The forzen light enlights me
this kingdom of solitude shines in black
this unanimated atmosphere dominates me
a so sadly landscape lifeless in sorrowin hate
take my hand
From the sounds of northern skies
the expression in an ilussion of sun burned in snow
I hear the voices that sacrifices
I'm seated in my throne of silence, in solitude
and with my herat under the ground I'm crying
I will never see the winter whispers end
I would like to see with death
resting in my eyes
Dreams consume me, please tell me more
I want to know
I am waiting to be eternal shadow
I was who awakes the rage
to destroy the fountain
where the deeds of my life were born
because I hate, and I suffer
Look the landscape with sunshine
Look the landscape with moonshine
Sunshine, moonshine
Just I create
This poem in my grief
to her the whispers and
always sleep in winter
and like a star my soul would shine
between the sun and moon between the same
red sky...
Luto ao Obscuro
Despertando a raiva dos raios negros de ódio
os anos formam a estação da minha existência
foram sepultados em sonhos de sussurros de inverno
em suas mãos frias o dia vai se afogar
nas chamas da raiva que desperta.
Seduzido pelo carinho dos amargos sussurros de inverno
o vento da realidade muda para um frio de neve
tão gelado quanto meus sentimentos de morte.
As ruínas da fonte onde as sementes da vida nasceram
com o vento se foram através dos portões das palavras
escritas em poemas de visões da raiva que desperta.
Sussurros dos poemas de inverno
A luz congelada me ilumina
este reino de solidão brilha em negro
esta atmosfera inanimada me domina
uma paisagem tão triste, sem vida, em dor e ódio
tome minha mão.
Dos sons dos céus do norte
a expressão em uma ilusão de sol queimado na neve
ouço as vozes que se sacrificam.
Estou sentado em meu trono de silêncio, na solidão
e com meu coração enterrado estou chorando.
Nunca verei o fim dos sussurros de inverno
Gostaria de ver com a morte
descansando em meus olhos.
Sonhos me consomem, por favor, me conte mais
Quero saber
Estou esperando para ser sombra eterna.
Eu fui quem despertou a raiva
para destruir a fonte
onde os feitos da minha vida nasceram
porque eu odeio, e eu sofro.
Olhe a paisagem com luz do sol
Olhe a paisagem com luz da lua
Luz do sol, luz da lua
Só eu crio.
Este poema em meu luto
para ela os sussurros e
sempre durmo no inverno
e como uma estrela minha alma brilharia
entre o sol e a lua, entre o mesmo
céu vermelho...



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