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0 : 1 Renascimento

CERVATANA

0: 1 - Renacer

Jugando a ser dioses
Encontrasteis el castigo
Ya no se escucha ni el llanto
Amargo por lo perdido
Todo fue arrasado
Ya ni el silencio está vivo
No queda río con agua
Ni una ramita de olivo

Los planetas conquistados
Con tanta sangre inocente
Yerma radioactividad
Todo murió de repente
Con aquella explosión
Vino a caballo la muerte
Ciegos de avaricia
Borrásteis toda simiente

¡Despierta, hijo mío!
Eres lo único que queda
Una mente artificial
Y roja sangre en las venas

Esto es una proyección
No queda nadie con vida
La luz de la esperanza
Aún no está perdida
¡Despierta, hijo mío!
Vagarás noches y días
Cargarás con la culpa
Por una galaxia en ruinas

0 : 1 Renascimento

Brincando de ser deuses
Encontraram o castigo
Já não se ouve nem o choro
Amargo pelo que se foi
Tudo foi devastado
Nem o silêncio está vivo
Não sobra rio com água
Nem um galho de oliveira

Os planetas conquistados
Com tanto sangue inocente
Terra estéril de radioatividade
Tudo morreu de repente
Com aquela explosão
Veio a morte a cavalo
Cegos de ganância
Apagaram toda semente

Acorda, meu filho!
Você é o único que resta
Uma mente artificial
E sangue vermelho nas veias

Isso é uma projeção
Não sobra ninguém vivo
A luz da esperança
Ainda não está perdida
Acorda, meu filho!
Você vagará noites e dias
Carregará a culpa
Por uma galáxia em ruínas

Composição: Miguel Garcia Cantera, Fran Sánchez, José Ugía, Santiago Marín, Elena Gog