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O Rio Do Destino

César Mocarzel

Letra

    Como estão os seus dias? Diz.
    Quantos são os seus sonhos?
    Que ao vê-los nos meus são pés em viés
    Dez ou mais argumentos não têm valor pro destino
    E ela desatinou

    Mandou-se às favas,
    Desceu a Avenida Ipiranga
    Cantarolando Noel,
    Foi no primeiro avião

    Havia outras desfilando na avenida
    Era ela toda prosa, quando olha da janela
    E via o Rio aos seus pés
    Então, tão afoita ela foi
    Pra tecer na Portela
    O seu imaginário, coração

    Olha lá, tá sambando em Paquetá
    Há pelo menos dois dias e sei que não quer parar
    A branca mais preta que o samba já viu
    É de Saravá, de Xangô

    Mandou-se às favas,
    Desceu a Avenida Ipiranga
    Cantarolando Noel,
    Foi no primeiro avião

    Havia outras desfilando na avenida
    Era ela toda prosa, quando olha da janela
    E via o Rio aos seus pés
    Então, tão afoita ela foi
    Pra tecer na Portela
    O seu imaginário, coração

    Olha lá, tá sambando em Paquetá
    Há pelo menos dois dias e sei que não quer parar
    A branca mais preta que o samba já viu
    É de Saravá, de Xangô

    Composição: César Mocarzel / Fernando Brandão / Zorba Devagar. Essa informação está errada? Nos avise.

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